Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 17/05/2020
Com a 4° Revolução Industrial, a robotização irá cada vez mais substituir trabalhos manuais. Consequentemente, os trabalhadores serão cada vez mais obrigados a competir com as máquinas e entre eles. Nesse cenário, é preciso lembrar de uma competência de uma competência exclusiva do ser humano: a cada vez mais esquecida humanidade. Esta é a principal habilidade para o futuro, que não podemos perder.
Nenhum robô pode imitar a humanidade. As capacidades de sentir emoções, socializar e superar desafios são inerentes do ser humano, pois a inteligência artificial apenas memoriza e reconhece padrões. Dito isso, no futuro (e já presente) mercado de trabalho, habilidades humanas como trabalho em equipe, empreender e liderar são essenciais para os profissionais. Então, ser humano é o diferencial.
Porém, as pessoas precisam manter essa habilidade. É cada vez mais elevada a cobrança em relação ao trabalhador, há muitos trabalhadores que escolhem suas carreiras com base em dinheiro e status, as leis trabalhistas estão cada vez mais flexíveis e muitas pessoas vem desenvolvendo distúrbios de saúde (mental e física). Em meio a esse cenário, o trabalho perde seu significado ontológico e as pessoas se tornam “robotizadas”, junto com o sistema produtivo. Mesmo nessas condições não podemos perder a humanidade, já que será essencial para o trabalhador do futuro.
Portanto, sendo a humanidade a principal habilidade para o futuro, devemos protegê-la. Uma das possibilidades é o legislativo criar uma lei que obrigue a contratação de psicólogos, para que os funcionários façam terapia e tenham uma saúde mental mais equilibrada. As empresas em questão, com mais de 50 funcionários, forneceriam as terapias gratuitamente e de forma obrigatória, com o intuito de fazê-los trabalhar em seus problemas e fazê-los se lembrarem de sua humanidade. Dessa forma, os profissionais do futuro terão suas competências melhor trabalhadas.