Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 19/05/2020
No decorrer da Revolução Tecnológica a humanidade precisou ajustar-se aos novos parâmetros e às exigências do mercado. Nesse quadro, algumas profissões passaram a ser obsoletas e outras surgiram e exigiram dos aspirantes profissionais habilidades e competências nunca antes necessárias. Essas capacidades relacionam-se com a Era Digital e são necessárias para que seja possível a interação tanto entre indivíduos quanto entre homens e máquinas. Dessa maneira, estabelecer essas relações saudáveis são os desafios das ocupações do futuro.
Nessa perspectiva, o profissional do futuro precisa ser capaz de entender que mudanças no mercado acontecem em instantes e é necessário resiliência para manter-se no intercâmbio das novas relações comerciais. A exemplo disso, o produtor de conteúdo que precisa estar atento às tendências dos gostos dos internautas e elaborar tópicos que despertem interesse nos clientes indiretos. No entanto, caso a aposta não seja eficaz, é de extrema importância manter-se vigilante para acompanhar com resiliência a próxima demanda da população.
Além disso, será exigido futuramente nos ofícios a capacidade do raciocínio rápido. Isso devido ao fato de que o desenvolvimento comercial recebeu das grandes revoluções - como as Industriais e a tecnológica- a necessidade de agilidade, de rapidez e de efetividade. Perante a isso, o agente capacitado requer controle de fluidez em suas ações de modo que o consumidor - que também pertence à geração das revoluções supracitadas - não necessite esperar ou, então, recorrer à concorrência. Essa situação pode ter como referência o assistente virtual de lojas “cibernéticas” que precisa ser ágil e eficiente, pois, caso demore ou seja inócuo para tirar as dúvidas dos cliente, possivelmente, desperdiça uma potencial compra.
Dessa maneira, é necessário desenvolver perícia compatível ao futuro das profissões. Sendo assim, torna-se necessário que o aspirante profissional busque estar confortável com a tecnologia e ter habilidade às adversidades dos novos tempos que são: rapidez, efetividade e resiliência. Isso se constrói com prática individual no mundo virtual de maneira que o profissional procure arraigair bagagens com o funcionamento do mundo “on-line” , tanto do modo veloz das transações quanto da necessidade de ser eficiente. Além disso, há a conveniência de buscar a capacidade de ser resiliente., isso se faz por meio da interação social que ensina o indivíduo a compreender falhas e ter paciência com erros alheios, assim como a máquina é compreensível ter erros, o ser humano também.