Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 22/05/2020
Ao ladear o pioneirismo capitalista na Inglaterra no período da Revolução Industrial, a preferência pela maquinofatura cresceu, a fim de obter maiores escalas. Iniciou assim a “alienação capitalista”, proposta por Karl Marx, a qual fazia alusão processo de incapacidade de adquirir conhecimentos aos trabalhadores e tornando-o estagnado a uma função cansativa e improdutiva para experiencia.
Comparando o passado, o presente e o futuro, houve ramificação e estruturação em todas as áreas de trabalho, consequente de um futuro ainda mais desenvolvido. Mas o que o futuro espera do profissional? O funilamento na demanda de trabalhadores qualificados cresceu muito na economia, principalmente em funções dependentes de tecnologia, como na formação de operários de TI (Tecnologia da Informação), formando assim a necessidade de criação de profissionais os quais exerçam bom desenvolvimento de trabalhadores, algo necessitado no passado.
A obtençāo de experiência e saber para formar operários especializados depende essencialmente do decorrer do seu estudo, relacionando o afazer ao nível de escolaridade individual. No futuro, é provável que a expansão de áreas de estudo tecnológicas requira mais da formação do trabalhador, consequentemente graduações, phd’s e qualificações tornam-se necessárias, produtos carentes no aprendizado de técnicos de ensino do Brasil. Portanto, as áreas: de estudo, econômica, governamental, e profissionalizantes demandam investimentos.
O trabalho evoluiu consideravelmente depois da aquisição da Revolução Industrial, porém a adaptação a um meio tecnológico é requerida para desenvolver ainda mais. Como agentes, o Mec (Ministério da Educação) e o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), podem investir na escolarização de nível superior, provendo estruturação e gerenciamento de ensinadores qualificados para instruir o desenvolvimento de habilidades e capacidades de profissionais futuros e atuais no Brasil.