Habilidades e competências para as profissões do futuro

Enviada em 29/05/2020

Na primeira revolução industrial, ocorreram diversas mudanças no campo econômico e desde lá as habilidades necessárias para ingressar no mercado de trabalho foram evoluindo. Em um cenário futurístico, mais da metade das atividades conhecidas no mundo poderão deixar de existir e ser apenas graduado não será mais suficiente para encontrar oportunidades de trabalho, mas o indivíduo terá que apresentar diferenciais para se adequar as novas profissões, haja vista que há anos atrás os empregos exigiam menos especialidades, além de serem destinados para atuações fabris.

Os profissionais terão que se adequar a conhecimentos tecnológicos, pois o mundo está evoluindo progressivamente para este caminho, onde o conhecimento se torna cada vez mais importante e a competitividade é um item de muita relevância. As profissões do futuro são uma pauta da 4ª revolução industrial, uma vez que as maquinas e robôs já substituem a mão de obra humana e os seres humanos somente as coordenam.

De acordo com um estudo de 2016 da OCDE, 65% das crianças que estudam atualmente no ensino fundamental ingressarão em trabalhos que hoje não existem, ou seja, terão que adquirir competências novas, críticas e criativas. Tendo isso em vista, as empresas que se destacarão, serão as que tem a capacidade de inovar e de aproveitar oportunidades que estarão surgindo. Uma pesquisa sobre o futuro do trabalho, feita pela Person, mostra que as razões destas mudanças são o aumento da globalização, mudanças demográficas e políticas e a urbanização. Pensando nisso, a National Research Council fez estudos com especialistas para definir as novas competências, com intuito de ajudar a educação a não ficar ainda mais obsoleta, empatia, aprender a aprender e inteligência emocional estão entre os resultados das pesquisas.

Assim sendo, é vital que os métodos de ensino de escolas e faculdades se alterem com o tempo para se adequar a essas novas competências, ensinando os alunos a aprender e resolver problemas complexos, pensando nas questões de forma diferente e mais humana. O ministério da educação deve mudar certos planos de estudo e sair do padrão de sempre, dando mais espaço para o aluno coordenar mais na sala de aula e não só o professor, desenvolvendo a liderança.