Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 07/06/2020
Desde o ínicio dos lançamentos de foguetes espaciais pela Space X, um fato tem encantado muitas pessoas: o icônico retorno vertical, ao solo, do motor transportador da nave, controlado por inteligência artificial. Tal feito somento pôde ocorrer devido ao altíssimo conhecimento dos profissionais alí empregados, e retrata a tendência mundial ruma a profissiões cada vez mais tecnológicas. Nesse cenário, o Brasil precisa urgentemente possibilitar a capacitação de cidadãos para essaes que são considerados empregos do futuro.
Em primeiro plano, o fato de existirem mais celulares do que pessoas no Brasil - e no mundo -, exibe o primeiro e mais forte exemplo automação gerada por profissionais das áreas de tecnologia. Atráves dos smarthphones, muitas tarefas que antes necessitavam de uma ferramenta específica, hoje podem ser realizadas mais rapidamente em um só aparelho. Possuindo ainda, conectividade com bancos de dados, os quais entendem e interagem com os gostos e necessidades pessoais do usuário.
Paralelamente há um grande interesse econômico de grandes empresas no avanço tecnológico. Prova disso é o agronegócio brasileiro, dotado de grande implementação de maquinário automatizado, e que emprega cada vez menos cargos ditos braçais e, cada vez mais, funções de suporte às tecnologias alí presentes, como engenharia e mecânica. Dessa maneira, obtem-se maior produtividade e menores perdas.
Tarna-se crucial, portanto, inserir a classe trabalhadora brasileira ao promissor e lucrativo cenário das profissões do futuro. Logo, criar zonas francas de incentivo fiscal à empresas das áreas de tecnologia que empreguem e capacitem brasileiros nos ramos da engenharia e programação, é o primeiro passo a ser tomado pelo Ministério da Economia, o qual fomentará, assim, polos de propagação do conhecimento necessário a tais âmbitos. Em paralelo, cabe ao Ministério da Educação implementar disciplinas, à Base Nacional Curricular Comum, que façam uso dos smartphones como ferramentas didáticas de ensino tecnológico.