Habilidades e competências para as profissões do futuro

Enviada em 07/06/2020

Sob a perspectiva do filósofo São Tomás de Aquino, todos indivíduos de uma sociedade democrática possuem a mesma importância, além dos mesmos direitos e deveres como cidadãos. No entanto, observa-se que, com os avanços tecnológicos, não só no Brasil, mas em escala global, o que faz com que algumas profissões percam seu espaço no mercado de trabalho. Tais avanços corroboram para futuras crises, que amplificarão o número de desempregados em nosso país, e em todo o planeta.

Em primeiro lugar, é necessário atenuar-se que assim como na revolução industrial - período em que ocorreu a mecanização das fábricas, com finalidade de tornar o trabalho mais produtivo e eficaz - as máquinas e atuais tecnologias têm facilitado o trabalho manual. Vale ressaltar a falta de formação em outras áreas dos trabalhadores, fator que colabora ainda mais com esta problemática.

Em segundo lugar, é de fulcral importância o debate sobre os impactos deste imbróglio. Também é visto que a negligência estatal para com os funcionários que perderam e futuramente perderão seus empregos, devido à falta de capacitação dos mesmos, agente que reforça ainda mais a dificuldade de inseri-los em outras áreas do mercado de trabalho. Profissões como: cobrador de ônibus e vendedores de mercadorias, são exemplos de profissões que estão a ser afetadas pelo desemprego estrutural.

Portanto, é mister que o Estado tome previdências para amenizar o quadro atual. Para que o desemprego estrutural reduza, urge que os órgãos governamentais financiem projetos, cursos técnicos e campanhas, com a finalidade de proporcionar novas formações a classe trabalhadora, o que os tornarão aptos a realizar atividades que anteriormente não eram capazes de exercer.