Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 08/06/2020
No século XX, o cientista C. Darwin propôs a teoria da Evolução, a qual afirma que os seres sobreviventes de um meio devem estar adaptados a ele para se perpetuarem. Esse postulado também se aplica às relações trabalhistas, uma vez que o ambiente laboral está mudando, tornando-se cada vez mais tecnológico. Por isso, os trabalhadores nascentes terão de desenvolver habilidades para se adaptar ao novo, além de estarem em constante busca por conhecimento. Diante disso, a máquina estatal também deve agir para formar profissionais adaptados a esse futuro.
Em primeiro lugar, os laboradores deverão estar ambientados à florescente realidade. Como ocorreu, durante a Revolução Industrial Inglesa, onde a mão-de-obra, para se inserir no mercado trabalhista, teve de aprender a lidar com as máquinas surgidas. Assim, se outrora manejar o maquinário era essencial, predicados como proficiência, dinamização e saber digital serão imprescindíveis para o nascente amanhã tecnológico.
Outrossim, a jornada de permanentes estudos é fundamental aos trabalhadores do futuro. A exemplo disso, o filme “Quase Deuses”, inspirado numa história real, mostra a intensa procura por conhecimento dos médicos para curarem a síndrome do bebê azul, tida, na época, como incurável. De maneira análoga, devido às constantes atualizações em diversos campos, os profissionais precisam estar a par delas para lidarem da melhor maneira com os desafios do ofício.
Portanto, nota-se a necessidade de adaptação em diversos aspectos por parte dos profissionais futuros. Por isso, a fim de que os novos laboradores estejam mais adaptados à realidade técnica e científica vindoura, o Poder Executivo deve inserir, durante o ensino médio, estágios optativos, com ajuda de custo mensal, em empresas parceiras, por meio de acordos público-privados, nos quais os estabelecimentos gastarão menos com estagiários e os alunos receberão experiências para lidar com as novas tecnologias. Assim, conforme a teoria darwinista, o meio de trabalho se transforma, contudo, o proletário estará ambientado às conjunturas.