Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 22/06/2020
Frente as diversas mudanças que a segunda revolução industrial trouxe na metade do século XIX, uma delas foi a necessidade por mão de obra fabril, algo realmente escasso na época, já nos dias atuais o mesmo acontece, apenas de uma forma diferente e, assim como antes, a população não está preparada para os desafios que as profissões do futuro trarão.
Levando isso em consideração, uma das questões que os profissionais devem se preocupar é que determinadas profissões que hoje empregam milhares de pessoas deixaram de existir em um futuro breve com o avanço de tecnologias, assim como foi o caso de: apontadores; ascensoristas; telefonistas; entre outros.
Além disso, existe também a dificuldade dos profissionais de mais idade a se adaptar com determinados tipos de tecnologias, as quais acabam limitando as opções para esse público e, de certa forma, criando uma desvantagem para pessoas que estão no mercado de trabalho a mais tempo. E em muitas das vezes por não haver alguém que lhes explique ou até mesmo onde aprender como realizar determinadas tarefas corriqueiras dos novos postos de trabalho.
Tendo em vistas ambos os casos, medidas se fazem necessárias para amenizar esse despreparo dos profissionais para com suas futuras demandas de trabalho. Primeiramente seria criado um programa estudantil em uma parceria escola-governo, afim de ministrar cursos e palestras para o público de mais idade, em horários paralelos ao trabalho, com a finalidade de diminuir ao máximo a desigualdade de informação e as oportunidades para esse público. E segundo, o ministério do trabalho, criaria um plano de longo prazo para recolocar as pessoas em profissões com risco de extinção, de forma gradual, em posições de menor risco, ofertando: capacitações; palestras e até mesmo vagas de emprego em áreas correlatas a suas atuais funções, afim de não aumentar taxa de desemprego do país