Habilidades e competências para as profissões do futuro

Enviada em 25/06/2020

Conforme Alexandre Hohagen, no Google é preciso desaprender e aprender a trabalhar de novo. Tal afirmação reflete à mudança da demanda por profissionais e possibilita a reflexão de quais competências devem ser desenvolvidas nessa nova era, que valoriza mais as habilidades comportamentais em detrimento de habilidades técnicas.

No decorrer da história são observados mudanças no modo em que humanos se relacionam com as máquinas, desde o século 18, onde a população trocou a vida no campo, com o trabalho predominantemente artesanal, para morar nas grandes cidades e trabalhar nas indústrias, com as máquinas. Na atualidade, com o grande desenvolvimento da tecnologia, a sociedade depende menos do trabalho manual, devido a automação, fazendo com que novas profissões sejam criadas como, por exemplo, criadores de conteúdos e roboticistas.

Por conseguinte, acabam-se valorizando competências que diferenciam a humanidade das máquinas, como versatilidade, dinâmica, criatividade e raciocínio lógico, fazendo com que profissões mais técnicas acabem desaparecendo. Em 2017, foi realizado uma pesquisa pela universidade de Oxford, apontando que em 25 anos 47% dos empregos terão desaparecidos. Fator que exigirá adaptação desses novos profissionais e até o aumento do desemprego, gerando cidadãos ociosos.

Portanto, é mister que o estado tome providências para lidar com essa situação. Com a secretária da educação reformulando como o intelecto dos jovens é desenvolvido, visando as qualificações necessárias para suas futuras profissões, para que ao se formar o aluno esteja preparado para os novos desafios. Criar nossas grades curriculares que ofereçam  um conhecimento moderno e dinâmico, visto que, o acesso a informação será fácil e rápido, tornando termos técnicos descessários. Um exemplo, seriam escolas que ofereçam aulas com realidade virtual, com atividades para que os alunos tenham que resolver algum problema de forma criativa.