Habilidades e competências para as profissões do futuro

Enviada em 10/07/2020

O Taylorismo, desenvolvido pelo engenheiro Frederick Taylor, é o modelo de admnistração em que se é estabelecida uma linha de produção na qual pretende-se alcançar o máximo de criação em um mínimo tempo. Além de que os funcionários, dentro de uam organização de trabalho, têm foco na especialização e na função de gerência. Dessa maneira, é possível relacionar esse preceito á questão da competência para as profissões do futuro, haja vista que o domínio de uma área leva ao diferencial. Entretanto, é indiscutível dizer que a falta de proficiência em novas tecnologias e a pouca versatilidade das antigas empresas são questões a serem mitigadas.

A princípio, a baixa habilitação com os meios tecnológicos se manifesta como um obstáculo no que tange ao tema. Sob esse viés, extrai-se uma analogia ao contexto da Guerra Fria, em que devido a tensão geopolítica da época, foi criada a internet com o objetivo de utilizá-la para contatos militares. Isto posto, apesar de ter sido usada para evitar conflitos, hoje, têm-se a necessidade da mesma, porém, para trabalhar. Com isso, é evidente que a conectividade abrange as possibilidades de se encaixar em carreiras distintas, uma vez que, ao passar dos anos, a agilidade e a funcionalidade das pessoas tornam-se priomordiais para que se aderem a um serviço; a saber que podem usar do seus próprios engajamentos para seu desempenho profissional.

Além disso, a desvalorização á versatilidade e á dinâmica dentro das empresas se caracteriza como um problema no que concerne ás profissões do futuro. Sob essa perspectiva, é necessário lembrar que a geração ‘‘z’’, por exemplo, procura ter maior satisfação pessoal do que apenas remuneração no âmbito do mercado, o que é, de fato, incomum aos antepassados. Sendo assim, é relavante que as empresas adquirem uma melhor gestão dentro da atualidade, visto que o processo técnico e profissional vem ganhando novas concepções, precisando de espaço, contudo, para evoluir.

Infere-se, portanto, que afim de estabelecer métodos que faça progredir o ideal de competência e habilidades para as profissões do futuro, medidas contundentes são necessárias. Desse modo, o Ministério do Trabalho, junto as grandes e microempresas, devem disponibilizar cursos voltados para a tecnologia, em que os jovens que são assistentes nessa área e que têm vontade de seguir tal carreira, possam usar de sua criatividade para aprender sobre as novas concepções de trabalho, como o home-office e, com seu próprio engajamento, adquirir potencial no mercado. Ademais, é preciso, ainda, que as empresas dêm espaço aos trabalhadores antigos para se adaptarem as novas dinâmicas, uma vez que a especialização, como visto no Taylorismo, garante, sobretudo, aumento da produtividade.