Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 10/07/2020
Não há como negar o avanço da tecnologia no decorrer das ultimas décadas. Como também, a expansão da conectividade, possibilitando a Internet das Coisas, então cria-se um novo nicho no mercado voltado para aqueles que possuem habilidade no ramo de informática.
Tendo em vista esses aspectos, é importante saber que, de acordo com relatório do Fórum Econômico Mundial, cerca de 50% das empresas pretendem reduzir parte do tempo de trabalho de seus empregados até 2022. É notório que, parte deste corte no tempo de labuta, será feito com a aplicação do “Home Office”, que em português significa “Trabalho em Casa”. Por fim isso nos leva a pensar sobre a atual situação do mundo, em relação a pandemia causada pelo Corona Vírus, epidemia essa que teve consequência a quarentena, e por sua vez a necessidade do “Home Office”, fazendo com que, as pessoas familiarizadas com tecnologia tenham uma certa vantagem, e então mostrando seu maior valor para a empresa em que a mesma presta serviço.
Outro aspecto a ser abordado, é justamente a vantagem daqueles com conhecimento prévio sobre informática, a qual é aplicada normalmente em pessoas vinda de classes sociais altas, onde o mesmo possa ter estudado em escolas particulares, que por sua vez tem uma maior infraestrutura e matrizes curriculares mais completas, como por exemplo informática básica e programação, ora ter participado de um curso de informática ou até mesmo um simples acesso a um computador em sua residência. Pelo contrario classes sociais baixas não tem o mesmo acesso, já que, por exemplo, a maioria das escolas públicas não possuem um laboratório de informática, e as que possuem muitas vezes nem os usam, por falta de profissionais capacitados, também boa parte dessa classe não tem acesso a um computador em casa, o que resulta na desvantagem da mesma e a falta de competitividade no mercado de trabalho.
Sendo assim, é de suma importância que o Ministério da Educação invista nas escolas públicas, com a criação de novas matrizes curriculares baseadas em informática, como, Introdução a Programação e Informática Básica, adição de laboratórios de informática e contratação de profissionais da educação especializados em ramos da informática. Dessa forma, os alunos das escolas públicas sairão com habilidades computacionais, podendo ter mais oportunidades e aumentando a competitividade no mercado trabalhista.