Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 21/07/2020
A tecnologia revolucionou (e continua revolucionando) o mercado de trabalho, se inserindo nas mais variadas áreas. O que significa que muitas profissões, até as consideradas “antigas”, como advogados e médicos, terão que ter profissionais capacitados a lidar com modernidades, tornando o mercado de trabalho mais competitivo. Vem à tona, então, a necessidade da capacitação dos jovens para trabalharem com tecnologia.
A habilidade de analisar dados e pensamento crítico serão dois dos principais requisitos na hora de contratar um profissional. Isso porque cada vez mais empresas usam dados para terem noção do contexto de seus negócios. Um futuro profissional de marketing, por exemplo, provavelmente terá que saber usar Google Analytics, pois essa plataforma fornece dados sobre o marketing digital de sites ou apps, tornando as estratégias de negócio da empresa mais assertivas.
Outra habilidade muito importante é o raciocínio lógico, pois é essencial na programação, área que estará (ou já está) atrelada a muitas outras áreas: em medicina, onde um algoritmo poderá diagnosticar um paciente analisando radiografias; no campo automobilístico, onde carros serão programados a se conduzirem automaticamente; entre outros.
Familiaridade com tecnologias também será muito requisitada, visto que muitas empresas usam softwares ou linguagens de programação específicos para administrarem o empreendimento. SQL é muito popular pois, com esse software, é possível administrar bancos de dados, e até pequenos negócios estão aderindo.
Logo, temos noção do quão importante é a especialização na tecnologia para o profissional do futuro. Precisamos, então, incentivar jovens a, desde pequenos, mexer com tecnologias de forma adequada. Para isso, o MEC (Ministério da Saúde) pode criar uma plataforma com atividades que estimulem o raciocínio, como damas, xadrez e sudoku. Para garantir o acesso a essa plataforma, o MEC, junto com o Ministério da Economia, pode fazer um acordo com serviços de telefonia para que os alunos tenham acesso offline às atividades. Em troca, os serviços de telefonia, pagam menos impostos. Assim, os alunos já interagem com a tecnologia e desenvolvem as habilidades e competências do profissional do futuro.