Habilidades e competências para as profissões do futuro

Enviada em 22/07/2020

O filme Tempos Modernos, escrito por Charles Chaplin, relata a rotina dos operários durante a Revolução Industrial. Assim, naquela época, era priorizado o trabalho repetitivo de uma mesma tarefa. Contudo, na atualidade, o mercado de trabalho exige dos profissionais diversas competências e habilidades. Nesse sentido, dentre outros fatores, é essencial que os trabalhadores busquem uma qualificação contínua e, por outro lado, o Estado deve promover a capacitação para os cidadãos.

Mormente, é essencial analisar a importância do aperfeiçoamento profissional. Dessa forma, destaca-se o pensamento de Paulo Freire “sem a educação a sociedade não muda”. Nesse sentido, é fundamental buscar uma educação transformadora. Além disso, é perceptível que a modernidade trouxe mudanças no mercado de trabalho, ou seja, é primordial desenvolver novas habilidades - dominar um novo idioma, aprender outras ferramentas. Entretanto, ao manter uma postura inerte, provavelmente o trabalhador será descartado pelas empresas.

Somado a isso, é responsabilidade estatal elaborar estratégias de qualificação. Assim sendo, a Constituição Federal estabelece como direitos sociais a educação e o trabalho. Então, cabe aos governantes desenvolver políticas públicas - cursos, treinamentos - para garantir esses direitos. Ademais, refletindo sobre o pensamento de Gandhi, “O futuro dependerá daquilo que fazemos no presente”, constata-se que é inviável atender às necessidades futuras sem ser efetivo na atualidade. Logo, as ações estatais, caso sejam efetivas, auxiliarão no desenvolvimento da nação.

Infere-se, portanto, que o mercado de trabalho exige dos profissionais novas competências. Destarte, o Governo Federal, por meio do Sistema S  - Sebrae, Senai, Sesc, Senat - deve ofertar cursos de curta duração para a população. Ademais, tais cursos devem ser disponibilizados na modalidade presencial e à distância, com objetivo de garantir maior participação social. Com isso, espera-se ampliar as competências dos trabalhadores, tornando-os diferentes dos operários retratados no filme de Chaplin.