Habilidades e competências para as profissões do futuro

Enviada em 15/08/2020

A Constituição Federal de 1988 tem como um de seus fundamentos o direito a livre iniciativa. Desse modo, é natural que a economia se modernize, alterando a dinâmica dos empregos e dos vínculos trabalhistas. Portanto, os profissionais devem sempre buscar o aperfeiçoamento técnico e teórico. Para isso, cabe ao Governo criar incentivos para que as universidades recebam profissionais para se especializarem.

As ciências da computação, tal como a automatização, têm mostrado sua capacidade de realizar tarefas anteriormente realizada por trabalhadores. Dessa perspectiva, depreende-se que, a priori, a tecnologia causa desemprego ao usurpar o emprego dos humanos. Contudo, com o estabelecimento desses mecanismos tecnológicos, cria-se novas necessidades como a programação, manutenção e instalação de computadores.

Além disso, os profissionais podem receber formação adequada para atuar nas profissões do futuro. Por exemplo, estão surgindo muitos empregos na área de tecnologia da informação, banco de dados e inteligência artificial. Dessa forma, não haverá desemprego excessivo e precarização do trabalho, apenas uma mudança que, ao longo prazo, melhorará a vida das pessoas.

Diante dessa breve análise, é necessário ressaltar que o Governo tem papel fundamental na formação dos seus cidadãos. Desse modo, as universidades públicas podem, por meio da criação de turmas para adultos economicamente ativos, disseminar o conhecimento da computação. Ademais, as escolas fundamentais podem, desde o começo da formação dos alunos, ministrar aulas de informática, preparando as crianças para o futuro hiper-computadorizado. Com essas medidas, os trabalhadores terão mais arsenal técnico para assumir os novos postos de trabalho que surgirão ao longo do século XXI.