Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 15/08/2020
Na obra “Utopia “, do literato britânico Thomas More, é descrito uma sociedade ideal na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de entraves. Porém, o que se observa é o oposto da supradita, já que as “habilidades e competências para as profissões do futuro” exibem barreiras que impedem a realização dos planos de More. Essa visão contrária é fruto, tanto da importância do conhecimento tecnológico quanto, do descaso do governo.
A priori, é inegável salientar a importância do conhecimento tecnológico como agente do problema. De acordo com o jornalista Paulo Francis, a ignorância é a maior multinacional do mundo. Ou seja, percebe-se que, a cada dia, aumenta a importância do saber tecnológico, posto que, serão cerca de 70% dos empregos do futuro. Ainda de acordo com o Fórum Econômico Mundial, por volta de 54% dos empregados, terão que se especializar em profissões dessa área, equivalente aos atuais 3,8 bilhões de pessoas no mundo, aproximadamente. Tudo isso apresentado à resolução do problema, já que essa atitude ajuda para a duração desse cenário prejudicial.
Ademais, é crucial pontuar que o descaso do governo procede da baixa atuação dos setores estatais no que pertence à criação de aparatos que coíbam tais incidências. De acordo com o pensador Thomas Hobbes, o Estado é encarregado de assegurar o bem-estar da população, todavia tal fato não ocorre no Brasil. Pois, devido à falta de ação das autoridades, o descaso do governo traz sérias consequências, isto é, em não investir no desenvolvimento tecnológico no Brasil, visto que, a maioria das profissões serão tecnológicas, por exemplo, impressor 3D. Desse modo, faz-se mister a reconstrução dessa postura do governo imediatamente.
Assim, medidas viáveis são essenciais para conter o avanço da problemática no Brasil. Portanto, para reduzir a questão das habilidades e competências para as profissões do futuro, precisa-se que o Tribunal de Contas da União encaminhe capital. Este, por sua vez, será revertido pelo governo, órgão responsável pela gestão do Estado, na criação de programas, mediante votação dos deputados na câmara. Logo, serão promovidas campanhas conscientizando a população para aprender sobre essa ciência, ou até mesmo, se aprofundar mais nesse âmbito. Dessa maneira, atentar-se-á aos impactos danosos da questão das profissões do futuro e a comunidade alcançará o sonho de More.