Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 18/08/2020
A Primeira Revolução Industrial foi o início das mudanças das relações trabalhistas. Hodiernamente, com o avanço da tecnologia as empresas estão cada vez mais se modernizando. Nesse sentido, novas habilidades e competências são necessárias aos profissionais para que taxa de desemprego não suba, além da preparação dos jovens para o futuro no trabalho.
A priori, é importante ressaltar que a tecnologia descartará algumas funções do mercado. O documentário “O Trabalho no Futuro”, disponível no Youtube, mostra que automatização de serviços mecânicos aumentará o desemprego, pois trabalhos que não exigem profissionais qualificados serão os primeiros a serem descartados. Dessa forma, é evidente que a incerteza à respeito dos futuros empregos permeia a sociedade.
Ademais, a falta de visão dos jovens é outro fator alarmante. Segundo uma reportagem da BBC News Brasil, a juventude está se limitando a poucas carreiras como ideia de sucesso, sem questionar se futuramente os empregos cogitados agora serão as melhores opções ou se quer existirão. Desse modo, a ausência de conhecimento sobre as novas possibilidades que a tecnologia tem a oferecer controla as escolhas do jovens.
Por fim, são necessárias medidas para mitigar os desafios supramencionados. Sendo assim, o Governo Federal, como instância máxima de administração executiva, deve atuar em favor da população, através da criação de leis que assegurem aos trabalhadores um rearranjo nos serviços caso seus cargos sejam extinguidos, a fim de garantir seus direitos. Além disso, o Ministério da Educação deve implementar nas escolas a orientação sobre trabalho, por meio de aulas extras que explorem as inúmeras carreiras que surgirão, para que os jovens possam ficar atentos às mudanças do mercado de trabalho. Com esses direcionamentos, os feitos desde à Primeira Revolução Industrial terão seus impasses amenizados e cada vez mais avanços.