Habilidades e competências para as profissões do futuro

Enviada em 28/08/2020

Desde a revolução industrial, é notório que as máquinas vêm ganhando evolutivamente mais espaço na linha de produção das organizações, substituindo assim a mão de obra. Por esse motivo, o ser humano busca a especialização ao máximo, encontrando durante o percurso como impasse a falta de suporte do sistema capitalista tanto para a empresa quanto ao trabalhador.

Primeiramente, é necessário visar que a tecnologia se desenvolve para suprir a demanda de mercado que é crescente, segundo Zigmunt Bauman, a modernidade é liquida e marcada pelo suprimento de atividades superficiais como é o caso da compra. E também, apesar de retirar os direitos de seus funcionários ser atrativo para empresas visando maior rentabilidade, a longo prazo tende a acarretar futuros problemas capitalistas como é o caso da cobrança de impostos governamentais que não poderão ser realizados à maquinas e possibilitarão a extinção dos benefícios de colaboradores ativos, como a aposentadoria.

Além disso, como consequência, as desigualdades econômicas se acentuam e o proletariado sofre pela falta de praticabilidades educacionais, principalmente os menos favorecidos que têm como prioridade alimentar suas famílias ao invés de priorizar os estudos. Além disso, essa substituição prejudica a população quanto a candidatura de vagas pois, o uso de instrumentos para maior eficiência produtiva gera mesmo aos profissionais mais qualificados, o padecimento pela carência de demanda de seus serviços, levando assim a uma maior rivalidade no ramo trabalhista.

Visando desacelerar as consequências da moderna revolução industrial, torna-se necessário que o Governo Federal comunique as empresas por meio de um decreto oficial feito no âmbito administrativo, que a compra de maquinários será limitada, dando assim oportunidades não apenas a classe dita meritocrática e sim, a toda população para a sobrevivência do sistema capitalista.