Habilidades e competências para as profissões do futuro

Enviada em 02/10/2020

Desde os primórdios da formação de uma sociedade ligada ao comércio, a força de trabalho seja rural ou urbana, não só no Brasil, como no mundo, enfrenta diversos obstáculos para o desenvolvimento de novas estratégias que sigam as habilidades e competências exigidas pelas profissões do futuro. A forma como o ser humano lida com as constantes mudanças no mundo do trabalho é um dos grande fatores no qual vem ganhando destaque nos últimos anos, evidenciando os desafios e as conquistas.

Nesse sentido, é de grande mister compreender as relações que foram estabelecidas entre o homem e o mercado de trabalho. Diante as intensas mudanças nos meios de produção, nos quais passaram de um ponto simples, como o artesanato, para um maior, no qual está presente a base da Primeira Revolução Industrial, surgimento das fábricas, sindicatos e a entrada das maquinas nos processos de produção, o homem teve que estabelecer novas estratégias de convívio e adaptação aos novos requisitos. Contudo, há anos a sociedade vem mostrando que mesmo com o surgimento de alternativas para a compreensão e estruturação das profissões do futuro, os indivíduos ainda encontram diversas barreiras para o alcance dessas medidas. Dentre elas, as principais estão diretamente ligadas aos fatores sociais e econômicos, afetando assim a formação de profissionais e  a equidade de pessoas nos setores de trabalhos que surgem durante essa nova década.

Sob essa perspectiva, é necessário analisar tais pontos que corroboram para um distanciamento entre homem e o novo mercado de trabalho. Com o surgimento da internet, estabelecimento de novos meios de produção que envolvem métodos tecnológicos de última geração, como as Inteligências Artificiais, a humanidade está tendo que estabelecer novas metas para o futuro. Contudo, a sociedade ainda encontra diversas diferenças quando se trata de oportunidades. Em 2018, segundo a UNESCO, cerca de 258 milhões de crianças não tiveram acesso à educação, sendo a pobreza e a discriminação os principais obstáculos. Esses desafios enfrentados pela população para alcançar o básico que é a educação, os levam acreditar que não são capazes de alcançar seus objetivos frente a nova era.

Posto isso, para que possa ser rompido os obstáculos que existem em relação ao alcance e conquista das habilidades e competências para as profissões do futuro, é dever do setor governamental de cada país estabelecer uma política de educação igualitária para toda a sociedade. Tal ação pode ser feita com a criação de centros educacionais e profissionalizantes gratuitos, com profissionais qualificados e uma rede de assistência social. Contando com a fiscalização popular como agente viabilizador da proposta, alcançando assim mais conquistas e um distaciamento dos obstáculos.