Habilidades e competências para as profissões do futuro

Enviada em 14/10/2020

Segundo relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), chamado “O Futuro do Trabalho”, cerca de 32% dos empregos serão “radicalmente transformados” e têm de 50% a 70% de chances de serem robotizados. Diante disso, é possível uma discussão acerca das habilidades e competências para as profissões do futuro. Dessa forma, para a promoção desse novo mercado de trabalho, é preciso que a sociedade possua uma boa estrutura educacional, além de experiências com as inovações tecnológicas.

Convém ressaltar, a princípio, que a base educacional tem papel fundamental na consolidação das profissões futuras. Conforme Jean Jacques Rousseau, é necessário que o homem seja educado a partir do momento que nasce. Assim, no que diz respeito a preparação dos profissionais dos próximos anos, é imprescindível que desde a escola, as crianças já sejam estimuladas a desenvolver habilidades de liderança, criatividade, comunicação e colaboração, que são extremamente importantes e desejáveis, independentemente da área de atuação.

Além do mais, outro ponto essencial é ter conhecimento e intimidade com o mundo da tecnologia. De acordo com a teoria da tábula rasa, do filósofo John Locke, “O ser humano é como uma tela em branco que é preenchida por experiências e influências”. Nesse sentido, um empregado ideal é aquele que busca sempre acompanhar as mudanças no setor tecnológico, se aprofundando a cada inovação,  adquirindo e aplicando seus conhecimentos com o objetivo de atingir mais melhorias no serviço prestado, acumulando vivência profissional.

Logo, torna-se imperativo que estratégias sejam tomadas para que se garanta todos esses requisitos. Destarte, o Ministério da Educação, em parceira com  o Ministério da Ciência,Tecnologias e Inovação, devem incentivar as escolas, com investimentos, a adotarem oficinas educativas que viabilizem a preparação  de crianças e jovens. Isso pode ser feito por meio de feiras de ciências, competições intelectuais e brincadeiras que estimulem o instinto criativo, além do contato constante com ferramentas tecnológicas, a fim de que possam ter todas a competências necessárias para as profissões do futuro.