Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 27/11/2020
Com o advento da Revolução Técnico - Científico - Informacional, houve, em todo o mundo, uma grande mudança em várias áreas da sociedade. A partir dela, a tecnologia passou a estar cada vez mais presente no meio dos meios trabalhistas, nesse contexto, novas profissões surgiram e outras se extinguiram, devido, principalmente, o avanço do capitalismo. Em consequência desse avante, nota-se que grandes desafios ligados às profissões futurísticas, seja pela falta de adequação dos trabalhadores, seja pela negligência governamental.
É relevante abordar, primeiramente, que com o avanço científico-tecnológico, a esfera mercantil multiplicou-se, devido às novas formas de exercer as atividades, exigindo do trabalhador maior conhecimento. No entanto, é evidente que o país não possui muitos trabalhadores capacitados para lidar com as novas profissões, uma vez que grande parte da população não possui acesso a cursos de formação profissionalizante. Observa-se que, no Brasil, apenas 24,6% das pessoas concluíram ensino superior, em 2018, de acordo com o Ministério da Educação, evidenciando a falta de adequação dos indivíduos em lidar com as tecnologias laborais. Logo, faz-se necessário a participação do Estado em garantir uma melhora no sistema educacional da nação, preparando os cidadãos para o novo mercado de trabalho, adaptando-os para todo tipo de ofício.
Outro fator imprescindível, é a forte expressão da globalização, um processos de aprofundamento internacional da integração econômica, social, cultural e política. Tal fenômeno, iniciado desde as grandes navegações, requer de um aparato altamente tecnológico para que mantenha as relações mundiais em constante fluxo. Nesse sentido, percebe-se as causas do desemprego estrutural, posto que em até 2026 mais de 30 milhões de trabalhadores serão substituídos por máquinas, especialmente, nas indústrias, de acordo com o site G1. Destarte, é preciso que melhores oportunidades sejam oferecidas para os cidadão, para que assim o país possa de fato ser inserido no mercado internacional.
Fica claro, portanto, as novas habilidades e competências para as profissões do futuro podem ser benéficas a globalização, porém pode ser negativas para a vida do trabalhador. Dessa forma, cabe ao Ministério da Educação - principal órgão governamental responsável por cuidar do ensino do país - atrelado ao Ministério da Cidadania, deverá melhorar a educação nas escolas e faculdades e, realizar palestras, por meio da redistribuição de rendas e do incentivo em conhecer as novas tecnologias no mercado de trabalho, com o intuito de capacitar mais indivíduos às profissões futurísticas e fornecer informações sobre elas. Assim, o Brasil poderá se tornar uma nação desenvolvida e que tenha vagas em vários setores laborais.