Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 26/11/2020
O século XIX foi palco de uma série de transformações que mudaram para sempre a forma do ser humano se relacionar com o trabalho. Segundo relatório do Fórum Econômico Mundial, entre 65% e 70% das crianças que ingressam no ensino fundamental atualmente trabalharão em empregos que sequer existem nos dias de hoje. Além disso, 50% das empresas pretendem automatizar e reduzir parte do tempo de trabalho de seus empregados até 2022, de acordo com a mesma pesquisa. No entanto, observa-se desafios ligada às habilidades e competências necessárias nas profissões futuras, seja por investimentos na indústria da informação, e autoridades públicas são negligentes no que diz respeito aos direitos civis.
Primeiramente, é importante mencionar que com o grande investimento na indústria da informação, as máquinas foram amplamente utilizadas para simplificar e apoiar o artesanato pesado durante a revolução científica e tecnológica do século XX. Portanto, as atividades humanas se reduzem à operação e coordenação da tecnologia utilizada na produção. Ao contrário, embora seja necessária a existência de conhecimento, a formação educacional da maioria das pessoas não consegue atender às necessidades do mercado de tecnologia durante o transporte, comprometendo a dificuldade de obtenção de cotas.
Segundamente, as autoridades públicas são negligentes no que diz respeito aos direitos civis. Ao contrário, a Constituição Federal de 1988 estipula que o Estado é obrigado a proporcionar aos trabalhadores dignidade e um meio ambiente mais adequado ao desenvolvimento social. Nesse sentido, verifica-se que essa prescrição abrange novas atividades laborais. No entanto, devido à falta de medidas governamentais, esse panorama não inclui a classe trabalhadora mais pobre, portanto, é inadmissível que as pessoas pensem que são elites, mas excluam as características dessas ocupações.
Portanto, é importante que o Ministério do Trabalho subsidie a formação profissional dos meios de comunicação da Internet, mediante a contratação de agentes especializados em tecnologia e métodos voltados para o mercado de trabalho, de forma a proporcionar igualdade especialmente aos cidadãos que mais dela necessitam. Ademais, ao ministério da educação, por meio da elaboração de um projeto de lei enviado à Câmara dos Deputados, estabelecer a incorporação obrigatória do ensino de informática aos currículos escolares, afim de que todo estudante tenha, antecipadamente, preparação para as profissões do futuro.