Habilidades e competências para as profissões do futuro

Enviada em 27/11/2020

A partir da Revolução Industrial, no século XIX, ocorreu a transição de uma produção totalmente artesanal para a manufatura, produção realizada por maquinas. Desse modo, novas habilidades, a partir do tempo, começaram a ser demandadas para aprimorar os novos instrumentos e criar técnicas para aumentar a eficiência desses. Porém, com a demanda dessas novas competências, o desemprego e a necessidade de educação podem ser impasses futuros.

Em primeira análise, a falta de empregos é um problema iminente, visto a ótica capitalista de obter cada vez mais lucro. Assim, os trabalhadores são substituídos por maquinas capazes de desempenhar a mesma função, com mais eficiência e menores gastos, dessa maneira, gerar mais lucro. Conforme Karl Marx, sociólogo alemão, em sua teoria da Mais-Valia, diferença entre o preço da produção e o preço final do produto os proletários visam apenas o lucro. Logo, os donos da produção agem independente de quem explorem para alcançar tal fim.

Em segunda análise, as novas profissões demandam cada vez mais especialização, pois, os empregados substituídos são aqueles que a maquina pode exercer sua função. Então, os capacitados precisam criar novas tecnologias, estratégias e manter o bom funcionamento dos equipamentos. Segundo o geógrafo brasileiro Milton Santos, o país está presenciando o Meio Técnico-Científico-Informacional no qual ocorrem diversas evoluções no campo tecnológico. Enfim, há a necessidade de educar a população para que todos tenham o igual direito de trabalhar.

Portanto, após perceber a indispensabilidade das novas competências e habilidades para as profissões futuras. O governo deve proporcionar a todos a possibilidade de se especializar por meio da ampliação de cursos, sendo essencial a difusão por todo território nacional, a fim de reduzir a taxa de desemprego e aproximar-se da sua proposta de educar a população, garantida no artigo 205 da Constituição Federal.