Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 27/11/2020
Segundo o empresário americano Steve Jobs, uma tecnologia move o mundo. Dado o exposto, infere-se a exigência profissional voltada às especializações nas áreas de conhecimento e habilidades lógicas para adequar-se ao mercado de trabalho do futuro. Assim, torna-se discutível a formação escolar inadequada do possível trabalhador, que deve restringir-se ao entendimento tecnológico, bem como a exceção acirrada em mercados globais.
Em primeira análise, vale mencionar que, com os amplos investimentos direcionados aos setores informacionais, durante uma revolução científica-tecnológica no século XX, o uso de máquinas para agilizar e cálculos de negócios pesados foram usados. Dessa forma, a atividade humana foi reduzida à operação e coordenação das tecnologias utilizadas na produção. Contraditóriamente, ainda que necessária a presença de conhecimentos, a formação escolar de grande parte dos não atendidos como necessidade de mercado tecnológico em trânsito, comprometido e dificultando a obtenção de vagas.
Em segunda análise, evidência-se, atualmente, a forte expressão da globalização pelo mundo. Tal fenômeno, iniciado desde as grandes navegações, requer primeiramente de um objeto altamente tecnológico para que cumpra as relações globais em fluxo constante. Logo, note-se que, a contratação dos empregados é feita de modo rigorosamente selecionado, tendo em vista a necessidade de mercado e conforme necessidade e requisitos, acarretando em ambas as cargas.
Portanto, as habilidades e competências para as profissões do futuro, mostram-se ainda singulares a sociedade globalizada. Desse modo, compete ao ministério da educação, por meio da elaboração de um projeto de lei enviado à Câmara dos Deputados, estabelecer a incorporação obrigatória do ensino de informática aos currículos escolares, afim de que todo estudante tenha, antecipadamente, preparação para as profissões do futuro.