Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 05/12/2020
O livro 1808 relata a história do Brasil Império, naquela época, a população era formada por garimpeiros, sapateiros, pescadores, entre outros. Contudo, tais profissões foram suprimidas por novas demandas, o que influenciou nas habilidades requeridas pelo mercado de trabalho. Isso se deve ao enriquecimento populacional, bem como a terceira revolução industrial.
Em primeira análise, a riqueza de uma população possibilita que serviços não básicos para a existência humana sejam contatados. Tal afirmação pode ser justificado, uma vez que o lazer ou o luxo não podem ser adquiridos antes da comida, ou os remédios. A exemplo disso, o número crescente de pessoas que tosam cachorros ( esse é um dos termos mais procurados na internet Brasileira, de acordo com o “Google Trend” ), mostra que a sobra de dinheiro permite esse gasto, ou seja, as novas competências e habilidades da população economicamente ativa obedecem seu próprio padrão de consumo. Concluindo, que a demanda por comediantes, cabeleireiros, ou “YouTubers” só existe porque a sociedade acumulou capital suficiente para isso.
Em segunda análise, a terceira revolução industrial implantou a tecnologia nas cadeias produtivas, o que forçou o homem a desenvolver habilidades para lidar com ela. Isto é, a evolução das máquinas, demanda trabalhadores competentes para manutenção e operação de tais. A exemplo disso, Henry Ford (dono da Montadora de carros “Ford”), introduziu a tecnologia na sua empresa afim de minimizar erros humanos, e capacitou os seus funcionários para lidarem com o maquinário. Logo, para aumentar as suas chances de empregabilidade, a população se empenha para desenvolver as características necessárias para trabalhar com toda tecnologia que veio com a terceira Revolução Industrial.
Portanto, a mudança nas competências requeridas pelo mercado acontece naturalmente, mas para que a população possa desenvolver tais habilidades, é cabível que o Estado invista em cursos técnicos, com o fito de capacitar jovens e adultos a entrarem no mercado de trabalho, e por intermédio do Ministério da educação, que irá montar grades de ensino que instruam os alunos com o conhecimento necessário para lidar com as novas demandas, ajude os cidadãos a se adaptarem melhor com a nova concepção de trabalho no século XXI.