Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 22/03/2021
Com a Revolução Industrial, a sociedade inglesa do século XIII vivenciou a implementação das primeiras máquinas, o que ocasionou no medo e na insegurança relacionados às inovações nos trabalhos. Logo, assim como naquela época, o avanço avalassador da tecnologia tem criado os mesmos sentimentos no indivíduo contemporâneo. Dessa forma, os novos empregos exigirão uma maior especialização, criatividade e adaptabilidade, sendo algo que nem todos possuem. Portanto, é inexorável que haja a análise dessa conjuntura com o intuito de preparar o mercado para as competências das profissões do futuro.
Em primeira análise, é importante ressaltar que com o aumento populacional e a utilização de máquinas, consequentemente, haverá uma exorbitante competitividade pelos empregos. Sendo assim, as pessoas que tiverem uma mente criativa e visões inovadoras terão mais chances de ocuparem algum cargo. Ademais, a capacidade de adaptação também é um fator crucial para essa modernidade líquida, a qual está em constante mudança. Por conseguinte, é possível concluir o citado no livro “Quem mexeu no meu queijo?”, o qual trata de forma simples e divertida o quão necessário é saber mudar e se adequar à nova realidade.
Simultaneamente a isso, o livro “21 lições para o século XXI” aborda algumas problemáticas que o mundo poderá encontrar no âmbito profissional no futuro, como a falta de estudos e o desemprego, visto que, diferentemente da Revolução Industrial, quando um camponês poderia ser empregado em uma indústria facilmente, no cenário atual, os seres humanos terão que ter habilidade com a tecnologia e especialização nisso. Logo, algo preocupante é como uma pessoa que que trabalha como caixa de supermercado, por exemplo, terpa condições de um dia tornar-se uma engenheira de software.
Urge, pois, medidas que possam auxiliar a população brasileira nesse momento de transição. Portanto, é incumbência do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, fornecer internet para os cidadãos, por meio de doações de aparelhos eletrônicos e implementação de redes digitais em áreas periféricas, com o objetivo de haver a democratização tecnológica. Desse modo, a população carente poderá ter acesso à compreensão digital e de estarem incluídos nos novos trabalhos. Ademais, o Ministério da Saúde deveria ressaltar a importância da imaginação e da criatividade das crianças, através de cursos destinados aos educadores, com a finalidade de estimular os jovens e de ajudar nas profissões futuras.