Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 27/04/2021
Segundo o empresário americano Steve Jobs, a tecnologia faz o mundo. Dado o exibido, infere-se a requisição profissional voltada às especializações nas áreas de conhecimento e habilidades lógicas para adequar-se ao mercado de trabalho do futuro. Assim, torna-se discutível a formação escolar inapropriada do possível trabalhador, que deverá restringir-se ao entendimento tecnológico, bem como a competitividade acirrada em mercados globais.
Em primeira análise, é importante destacar que poder público é insuficiente em garantir a promoção de acessibilidade em relação à tecnologia do trabalho. Em nível de ilustração, noticiado em mídia nacional, a sociedade mais carente não tem acesso à internet. De forma consequente, não conseguem se adaptar às novas tendências de mercado. Além disso, esses serviços têm como requisito básico o uso de “banda larga”, mídias de computadores e “Smart Phones”. Dessa forma, infelizmente, percebe-se que os cidadãos à margem da sociedade não têm habilidades em usar ferramentas tecnológicas que são essenciais para os empregos do futuro.
Ademais, evidencia-se atualmente, a forte expressão da globalização pelo mundo. Tal fenômeno, iniciado desde as grandes navegações, requer primordialmente de um aparato altamente tecnológico para que mantenha as relações mundiais em constante fluxo. Logo, nota-se que, a contratação dos empregados é feita de modo rigorosamente seletivo, tendo em vista as necessidades de mercado e as inúmeras competências e requisitos, acarretando em competitividade dos cargos.
Em suma, as habilidades e competências para as profissões do futuro, mostram-se ainda singulares a sociedade globalizada. Desse modo, compete ao ministério da educação, por meio da elaboração de um projeto de lei enviado à Câmara dos Deputados, estabelecer a incorporação obrigatória do ensino de informática aos currículos escolares, afim de que todo estudante tenha, antecipadamente, preparação para as profissões do futuro.