Habilidades e competências para as profissões do futuro

Enviada em 25/05/2021

Conforme a primeira lei de Newton, um corpo tende a permanecer em seu movimento até que uma força atue sobre ele, mudando-o de percurso. Nessa perspectiva, em alusão ao corpo social brasileiro, ainda que o desenvolvimento tecnológico possibilita a manutenção do conhecimento, mesmo assim existem obstáculos a serem superados, uma vez que desde a Globalização, a partir de 1990, as pessoas tentam se integrar para garantir as boas relações. Com isso, ao invés de funcionar como a força capaz de reverter essa situação, os desafios a respeito do aumento do desemprego, bem como a oportunidade restrita acaba por contribuir com a situação atual.

Em primeira análise, durante a Revolução Técnico Cientifica, em meados do século XX, houve a criação de máquinas para agilizar a produtividade. Logo, tendo em vista que o aparato tecnológico contribui na diminuição dos custos, como o planejamento feito por um robô, ficou inevitável o abandono de algumas profissões, em detrimento das habilidades programadas pela ciência. Desse modo, cabe ao Poder Público garantir o aperfeiçoamento das competências adquiridas na graduação, uma vez que o mercado de trabalho tende a ficar altamente seletivo. Com isso, possibilitar a qualificação do profissional diante das novas transformações.

Sob um segundo enfoque, de acordo com o relatório do Fórum Econômico Mundial, cerca de 50% das empresas pretendem automatizar o trabalho até 2022. Em razão disso, é possível perceber os investimentos das Instituições para aperfeiçoar as contribuições na modernidade, a fim de garantir mais criatividade, inovação, praticidade, entre outros. No entanto, sabe-se que as oportunidades se encontram restritas àqueles que possuem condições de se adequar as novas exigências. Por isso, é preciso que a mudança do percurso seja direcionada ao aperfeiçoamento pessoal, para que os profissionais estejam preparados.

Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que realizem a mudança do percurso. Para isso, urge que o Ministério da Educação crie, por meio de verbas governamentais, projetos nas câmeras municipais, sendo administrados por profissionais da informática. Dessa forma, para que seja promovido nas escolas, em consonância ao Ensino Médio, o aprendizado com as noções básicas de programação, raciocínio logico, marketing, softwares, entre outros, a fim de garantir uma preparação para o mercado de trabalho. Além disso, cabe ao Governo incentivar, a partir de créditos anuais, que as empresas privadas garantam a inserção de pessoas de todos os níveis de conhecimento. Somente assim, será possível a mudança do percurso, de modo que garanta uma perspectiva de mundo melhor.