Habilidades e competências para as profissões do futuro

Enviada em 06/08/2021

Consoante a visão do filósofo Aristóteles, a ciência política se sobressai com relação as outras, estando ela para o exercício do bem coletivo. Entretanto, no limiar do século XXI, esse pensamento não condiz com a realidade brasileira, haja vista que com o crescente avanço da globalização, os profissionais devem adequar-se as habilidades e as competências para o mercado de trabalho futuro. Nesse sentido, é necessário analisar não só o ultrapassado âmbito educacional, mas também as competências mais procuradas pelos selecionadores daqui a alguns anos.

Em primeira análise, é cabível ressaltar que o crescente desenvolvimento do meio técnico-científico-informacional influencia, de maneira direta, com a mudança das competências e habilidades para os profissionais, uma vez que o mercado de trabalho está ficando cada vez mais especializado. Com isso, entende-se que é indispensável uma educação que esteja voltada ao meio tecnológico, posto que como existe amplos investimentos direcionados aos setores virtuais, já é realidade a automação, e como consequência disso, tem-se a perda de muitos empregos. Dado o exposto, infere-se que a atividade humana foi abrandada à coordenação desses meios tecnológicos. Dessa forma, mesmo sendo necessário, ainda, a presença da mão de obra humana, a maioria das escolas não investem em recusos para formar alunos preparados para enfrentar quaquer necessidades do mercado computacional.

Soma-se a isso algumas competências que são imprescindíveis para o novo mercado de trabalho. Segundo o empresário norte-americano Steve Jobs, a tecnologia move o mundo. Sob esse viés, depreende-se que o trabalhador deve ter a maioria das competências exigidas pelos futuros empregadores, como por exemplo a criatividade, que é uma habilidade provida apenas pelos humanos, dado que os robôs não possuem a capacidade de pensar além daquilo que fora programado. Outrossim, é importante ter inteligência emocional , parar gerir as próprias emoções em momentos de crise, além de ter um pensamento crítico, ou seja, enxergar adversidades e saber como resolvê-las por meio de diferentes perspectivas é um fator imperioso.

Logo, entende-se que a problemática urge por medidas interventivas, pois ela preocupa a maioria das pessoas economicamente ativas. Dessa maneira, é dever da escola, valorizar o âmbito estudantil, como forma de ensinar aos alunos, como fazer o uso da tecnologia e a importância dela para o mercado de trablaho, por meio de investimentos em meios tecnológicos e em profissionais adequados, além de elaborar projetos que ensinem a explorarem a criatividade, a inteligência emocional e o pensamento crítico, tendo como obejtivo formar jovens com as habilidades necessárias para o mercado de trabalho. Assim, é possível alcançar uma sociedade que esteja para o bem coletivo, como pautava Aristóteles.