Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 06/08/2021
Embora a Constituição Federal de 1988 assegure o acesso a uma vida plena como direito de todos os cidadãos, percebe-se que, na realidade brasileira, não há o cumprimento dessa garantia, principalmente no que diz respeito as habilidades e competência para as profissões do futuro. Nesse viés, cabe analisar o silenciamento do tema e a omissão do Estado.
Nessa perspectiva, é imperioso notar que a desinformação sobre a falta de habilidades e competências para as novas profissões é um desafio presente no problema. Sob essa ótica Djamila Ribeiro - filósofa contemporânea - explica que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Porém, existe um silêncio instaurado na questão do habilidade para o mercado de trabalho do futuro, posto que se não existe capacitação para as novas competências do mercado de trabalho, fica evidente que não foi reconhecida a urgência de acabar com suas consequências. Logo, urge tirar essa situação da invisibilidade como descreve a pensadora.
Vale ressaltar, ainda, que a indiligência do governamental potencializa a escassez de resolução da problemática. Ademais, na obra “Os bruzudangas”, o pré-modernista Lima Barreto já expunha que a falta de cláusulas constitucionais da legislação brasileira está intrínseca nos entraves da nação. De forma análoga, tal contestação é legitimada no que tange ao precário engajamento estatal para com auxílio das vítimas dessa ridicularização que é o descaso com as habilidades e competências as profissões do futuro. Neste triste cenário, é essencial ultrapassar esses paradigmas.
Portanto, a falta de habilidades e competências nas profissões do futuro não impedirão a ordem e o progresso. Sendo assim, cabe ao Congresso Nacional - órgão público responsável pela manutenção da sociedade - criar projetos de aplicação leis, por meio de fundo estatais, com a finalidade de transformar o governo mais ativo perante a pauta. Outrossim, esse modo pode ser obtido, por exemplo, pela arrecadação de impostos públicos para que tais ações sociais sejam não somente planos, mas uma realidade. Assim leva o Brasil para idealização criada por Lima Barreto.