Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 29/08/2021
O jornal O Globo noticiou em 2019 que o Brasil carece de uma política pública de formação técnica de microempresas e autônomos. Portanto, como a tecnologia é o motor das futuras ocupações, infelizmente, devido à ausência do país, haverá muito desemprego. Portanto, seja pela acessibilidade ou pelo descaso com o direito civil, existem desafios relacionados às competências e habilidades exigidas para as futuras carreiras.
Em uma primeira análise, é importante enfatizar que o governo permanece calado em garantir que a acessibilidade relacionada à tecnologia do trabalho seja promovida. Por exemplo, de acordo com relatos da mídia nacional, as sociedades mais pobres não podem acessar a Internet. Portanto, eles não podem se adaptar às novas tendências de mercado. Além disso, os requisitos básicos para esses serviços são o uso de “banda larga”, mídia de computador e “telefones inteligentes”. Portanto, infelizmente, acredita-se que os cidadãos à margem da sociedade não possuem as habilidades necessárias para utilizar as ferramentas tecnológicas essenciais para o trabalho futuro.
Além disso, a negligência do governo dos direitos civis. Por outro lado, a Constituição Federal de 1988 estipula que o estado tem a responsabilidade de proporcionar um ambiente favorável aos trabalhadores e proporcionar dignidade e melhoria de acordo com os eventos sociais. Nesse sentido, verifica-se que tais regulamentações abrangem novas atividades laborais. No entanto, por falta de medidas governamentais, esse panorama não inclui a classe trabalhadora mais pobre. Portanto, é inaceitável que as características de elitismo e exclusão dessas profissões sejam consideradas inaceitáveis.
Portanto, medidas devem ser tomadas para promover a igualdade de acesso às novas ocupações. Para tanto, o Ministério do Trabalho necessita, com urgência, subsidiar planos de acesso em “banda larga” em áreas remotas, e por meio de capacitação profissional em meios de Internet, por meio da contratação de agentes técnicos especializados, e adotar métodos orientados para o mercado de trabalho, visando, principalmente, fornecer para os cidadãos mais pobres, iguais. Espera-se que isso garanta que os trabalhadores atendam a todos os requisitos necessários para futuras ocupações e garantam os direitos constitucionais.