Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 19/11/2021
Com o avanço da Revolução Técnico-Científicica, houve a introdução da tecnologia em diversos setores da comunidade, incluindo o mundo trabalhista e afetando a dinâmica social, além das profissões vigentes. Analogamente, os avanços científicos não são distribuídos de maneira uniforme, geralmente não chegam a atingir os setores mais pobres populacionais, gerando uma exclusão social e laboral. Bem como, a flexibilidade e a adaptação ao mercado são competências fundamentais para a progressão trabalhista, em razão das relações atuais serem mais fluídas e necessitam de uma constante especialização e inovação, tal qual a persistência em um local trabalhista ameaçador.
Em primeira análise, deve-se evidenciar a importância da educação tecnológica e em como ela moderniza e segrega o mercado de trabalho. Concomitantemente, sendo consoante ao ideal do Papa Francisco, ao proferir que não são só as guerras que corrompem a sociedade mas as injustiças e as desigualdades também, tem-se a relação entre desenvolvimento científico e discrepância social, afinal a evolução não é um processo uniforme e mantém uma relação desarmônica com os cidadãos, raramente atingindo as camadas sociais mais baixas. Ademais, entre as consequências fomentadas, pode-se citar o aumento das desigualdades e a putrefação da comunidade, além de não garantir o sucesso individual para maior parte dos indivíduos no meio laboral.
Sob um segundo olhar, com a expansão dos setores de serviços e do comércio on-line, tais como a “Amazon” ou a “Americanas”, tem-se a mudança de perfil de consumo na sociedade atual, em que a nova face é baseada na flexibilização e na inovação. Outrossim, isso não só muda a postura dos consumidores como também altera a dinâmica trabalhista, que necessita de constante especialização e inovação, além da imposição de um mercado competitivo e hostil. Dessarte, o aprendizado de ponta e a flexibilização são os dois principais fatores necessários para as profissões contemporâneas, além da necessidade de sobrevivência em um ambiente inasmitoso, mantendo a sanidade psíquica.
Por tal prerrogativa, é de incumbência do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações promover a democratização do ensino tecnológico, sendo efetuado por meio de aulas e palestras nas escolas, com profissionais da área, incentivando acerca das inovações úteis para o mercado e com o objetivo de garantir a inserção de toda a população no meio científico, evitando a desigualdade ao promover uma sociedade saudável, seguindo os princípios do Papa. Além disso, é dever do Ministério da Educação efetuar cursos gratuitos para os profissionais que desejam atualização, além da inserção de palestras educativas nos centros comunitários com psicólogos para auxiliar os cidadãos laborais e com a finalidade de garantir um mundo trabalhista mais consciente e inovador.