Habilidades e competências para as profissões do futuro

Enviada em 22/03/2022

Titúlo: Necessidades geradas pelas futuras profissões

Praticamente tudo no mundo tem a necessidade de se transformar, crescer ou evoluir, uma dessas coisas que está sendo cada dia mais inovada é as profissões. E o que vem caminhado junto com as profissões novas é a tecnologia, área que vem gerando mais empregos a cada ano que passa. Já vem sendo uma realidade presente que muitas profissões estão sendo automatizadas, uma vez que a automatização é benéfica as empresas e consumidores, entretanto um dos maiores desafios é profissionais qualificados para tais inovações.

Logo, com esse desafio em mente, novas habilidades e competências devem ser consideradas. Atualmente o mínimo exigido de um profissional é uma graduação, mas não deve ser generalizado, entretanto esse padrão vem se elevando, além de uma graduação é necessário saber utilizar a tecnologia, o próprio MEC aponta que a Educação Profissional e Tecnológica (EPT), prevista na Lei n° 9.394/1996, contribui para a entrada no mundo do trabalho. Não só o conhecimento de tecnologia é e será vantajoso, mas também habilidades como criatividade, inovação, raciocíno lógico entre outros. No entanto, poucas pessoas, principalmente jovens, tem o interesse por esses tipos de empregos futuros, em um levatamento do Pisa em 2018, mostrou que 47% dos meninos e 53% das meninas apresentavam interesse em profissões tradicionais, como professora, médico, advogado, enfermeira. Isso quer dizer que, ou os jovens não estão adquirido conhecimento dessas futuras profissões ou simplesmente ignoram elas como opção.

Nessa mesma pesquisa do Pisa, mostra-se que a maioria de jovens que tem renda baixa, pouco acesso a informação, não tem conhecimento dessa áreas futuras, nunca teve acesso a conselheiro vocacionais, ou feiras de profissões, o que afeta a percepção de futuro destes. Com tal dado evidente, é necessário que as escolas junto ao MEC traga essas informações a jovens de baixa renda, fazendo uso de dados, experiências, palaestras e quaisquer meios possíveis que possam trazer essa cartela de profissões futuras, para que dessa forma, os futuros profissionais brasileiros possam estar sendo empregados e não deixado para trás por falta de informação.