Habilidades e competências para as profissões do futuro

Enviada em 20/10/2022

Segundo o site “Harry Code School”, diversas profissões nunca antes observadas surgirão nos próximos anos, como roboticista, fruto da inovação tecnológica. Frente a isso, vê-se a relevância do aprimoramento técnico no mercado de trabalho. Logo, deve-se analisar, dentre inúmeras, as competências necessárias para o profissional futuro, em especial a habilidade técnica e a flexibilidade laboral.

A priori, o conhecimento das novas tecnologias é crucial para o mercado das profissões futuras. A Revolução Industrial foi importantíssima para a produtividade industrial, visto a inserção das tecnologias em substituição à mão de obra operária. Nesse viés, nota-se que a habilidade técnica do indivíduo é vital para elevação produtiva da empresa. Dessa forma, ratifica-se que as novas tecnologias de Inteligência Artificial, por exemplo, são controladas apenas mediante a ciência tecnológica do trabalhador, o que torna tal especialização crucial para o acesso ao mercado de trabalho. A exemplo, o “IFF” — Instituto Federal Fluminense — oferece várias formações de nível médio técnico em robótica, o que fomenta o crescimento da qualificação dos jovens para o futuro.

Ademais, a flexibilidade no modo de trabalhar é de suma importância para o profissional. A Industrialização promoveu a desconcentração industrial, em que inúmeros processos laborais puderam ser cumpridos fora do local de trabalho. Nesse sentido, vê-se que a redução da concentração produtiva em determinados locais ampliou os nichos de atuação. Desse modo, cita-se o advento de novos ofícios, como programador, que comanda as mídias sociais, e da ampliação do local de trabalho, como no exercício laboral via home-office. Assim, pontua-se que tais competências urgem ser aprimoradas nos operários.

Portanto, o Ministério do Trabalho — órgão que coordena os setores trabalhistas — em conjunto à Escola devem qualificar a massa trabalhadora, por meio do engajamento das habilidades nas empresas, por intermédio do uso de parte da carga horária do empregado destinada ao aprendizado, bem como do aumento de cursos médios profissionalizantes nas escolas. Isso visa elevar o acesso ao mercado profissional futuro e desenvolver laborialmente a população.