Homofobia em questão no Brasil
Enviada em 24/05/2018
No período nazista, os alemães defendiam a ideologia de uma “raça pura”, levando então vários grupos considerados raça não pura a serem perseguidas, torturadas e mortas em câmaras de gás, como, por exemplo, os homossexuais. Situação recorrente, ainda hoje, da qual homossexuais são perseguidos e, violentados fisicamente e psicologicamente. Desse modo, é preciso avaliar a situação social a qual a comunidade LGBT está submetida, sendo indispensável para avaliar medidas que combatam tal problemática.
Em primeiro lugar, vale ressaltar que mesmo após alcançar algumas conquistas ainda vive com tamanha discriminação e intolerância por parte de uma grande parcela da sociedade brasileira. Segundo o Grupo Gay da Bahia, 317 homossexuais foram assinados em 2014, fora aqueles que não foram registrados. Portanto, percebe-se a necessidade de maior intervenção jurídica. Dia 17 de maio é o dia mundial de luta contra a homofobia, da qual nos faz refletir a situação vigente e, principalmente, leva a sociedade como um todo se conscientizar pela causa e da importância do respeito, mesmo sendo contrário a tal prática.
Na Constituição Federal de 1988, segundo a qual está prevista a igualdade de todos perante lei, contexto a qual não se aplica aos homossexuais. No Brasil, não leis que punem os agressores de homofobia, por exemplo, no Congresso foi rejeitado projetos que buscavam maior combate a violências sofridas pelos homossexuais. É preciso ressaltar, que grupos religiosos são contra as práticas homossexuais, afirmando que contraria suas crenças. Logo, faz com que atos violentos e o preconceito aumentem gradualmente.
Fica claro, portanto, a necessidade de criminalizar casos de homofobia para minimizar atos violentos. O governo, principalmente o poder legislativo, devem criar leis que criminalizam e punem os agressores de atos homofóbicos. Juntamente com a mídia, pode criar campanhas publicitárias com a finalidade de disseminar o respeito e aceitação da comunidade LGBT, e a mídia ainda pode criar ficções engajadas que mostrem as situações vivenciadas no dia a dia pelo homossexuais. Por fim, a comunidade escolar como grande educadora e formadora de opiniões devem implantar projetos e palestras educativas mostrando a importância de se respeitar o diferente ou aquilo que não concordamos. Pois, só assim se concretizará o que está previsto na nossa Constituição.