Homofobia em questão no Brasil
Enviada em 03/09/2018
Segundo Zigmunt Bauman, em sua concepção de “modernidade interligada” o homem é responsável pelo outro seja de modo explícito ou não. Devido ao mundo globalizado, tudo que alguém faz, causa impacto na vida do outro. Sendo assim, é evidente o descaso social e político sobre a homofobia no Brasil. Nesse âmbito, é necessário sanar as condutas de discriminação e violência contra gêneros minoritário.
Em primeiro plano, vale ressaltar que de acordo o artigo 5, da Constituição Federal de 1988, elucida os direitos e garantias fundamentais, de que todo cidadão é igual perante a lei. No entanto, pesquisas realizadas em 2014, pela O tempo, demonstram o número de denúncias por crimes homofóbicos no Brasil, sendo que ultrapassando 6500 vítimas. Dessarte, o fato que a ação legal distância bastante da realidade, uma vez que muitos indivíduos ainda são reprimidos por possuir um gênero diferente.
Outrossim, com uma sociedade arraigada de ódio e preconceito, ações de violência se faz presente desde recintos escolares ou até em casa. Com isso, como seguindo Paul Sartre a violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta é sempre uma derrota. Sendo assim, essa repressão contra LGBT ( lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais). provoca danos irreversíveis , já que muitos indivíduos sem conseguir encontrar apoio, acabam tirando a própria vida.
Em suma, é importante que os indivíduos busquem uma sociedade ideal na qual sane as taxações feitas desde a infância sobre brincadeiras e interesses que cada sexo deva possuir. Com isso, urge que o Ministério da Educação junto a parcerias privadas, adicione a grade curricular, aulas de orientação sexual, por meio de simpósios, consultas psicossociais e grupos de reflexão, na qual o indivíduo possa entender a pluralidade sexual e respeito a opção de gênero de cada pessoa e de descobrir a identidade que se caracterize,a fim de sanar o preconceito com jovens e crianças que no futuro serão mais conscientes sobre o respeito a todos cidadãos.