Homofobia em questão no Brasil

Enviada em 28/09/2018

A união homoafetiva não é uma invenção atual, visto que A.C. na Grécia Antiga, a poetisa Safo de Lesbos escrevia obras sobre o amor entre mulheres. Não obstante, durante o passar do tempo, criaram-se leis que proibissem a homoafetividade e atualmente vê-se que, além dos avanços, o preconceito e o desprezo populacional perante o assunto ainda reinam.

Sob esse viés, vale ressaltar que a história da união entre pessoas do mesmo sexo teve períodos onde foi aceita como também proibida - isso se comprova com o fato de que Augusto, o primeiro Imperador Romano reconhece oficialmente os primeiros casamentos entre casais do mesmo sexo. Contrapondo isto, a Igreja Católica no Império Romano aboliu diversas pessoas LGBT’s no Massacre de Tessalônica, acusados primeiramente de não-cristãos.

Vale ressaltar também que, na época da Ditadura do Brasil a primeira interpretação cênica homossexual da história da música popular brasileira foi feita por Maria Betânia na canção Carcara - onde ela se veste com roupas masculinas perante a cultura hétero-normativa. Hoje, vê-se que o preconceito contra os LGBT+ ainda persiste na cabeça dos cidadãos mais conservadores e que há bastante violência embasada em discursos de ódio via internet.

Nessa perspectiva, é necessário, portanto, o uso da educação com base na história real, da origem e do domínio completo sobre o assunto - por intermédio da escola e com professores e exemplos reais de pessoas LGBT+, proporcionando uma nova ótica para a criança. Além disso, o Governo Federal deve promover palestras públicas sobre o tema para o público em geral, tornando a vida em comunhão mais harmônica.