Homofobia em questão no Brasil
Enviada em 17/10/2018
As normas da igreja foram posições compartilhadas por muito tempo entre praticamente todas as regiões da Idade Média ate metade da Moderna, uma delas era a condenação a qualquer relação homoafetiva a qual eram punidos por lei. Século se passaram, mas esse pensamento ultrapassado ainda permanece vigênte na sociedade com uma só diferença: a violência e a discriminação a essas orientações sexuais não resolvidas.
Em primeiro lugar, é notório que muitos ainda não possuem a decência de compreender ao ser diferente a si, principalmente em locais onde a religião têm grande peso. Pode-se ter um exemplo de tamanha influência quando avalia-se que em países como Arábia Saudita, Paquistão e Irã a pena por ser homossexual pode chegar a morte. Dessa forma, o Brasil, como um país maioritariamente católico, algumas pessoas recorrem aos ideais dogmáticos religiosos como justificativa a suas ofensas, agressões ou assassinato do alvo.
Em segundo lugar, a falta de apoio estatal à causa da comunidade LGBT é outro fator que contribui para que certas ações não sejam tidas como bárbaras. Com isso, a falta de uma ação legal que criminaliza qualquer desrespeito a gays, lésbicas, bissexuais, travestis e trans torna mais fácil a persistência dos casos, pois, de acordo ao filósofo Aristóteles, a base da sociedade é a justiça. assim, se o Estado demonstrar tolerância a esses grupos, a população será induzida às mesmas atitudes, mesmo que apenas por medo da punição.
Portanto, basta ao poder legislativo sancionar uma lei que condena e pune qualquer gesto que venha a importunar e denegrir homossexuais, dando multas com indenizações à vítima ou, dependendo do crime, prisão por justa causa. Então, a fim de um país mais justo e com igualdade de direitos, o Brasil tenta assim corrigir as sequelas do grande preconceito presente desdes o “reinado” católico em seu território.