Homofobia em questão no Brasil
Enviada em 26/10/2018
No século XX, durante a Segunda Guerra Mundial, o então ditador alemão Adolf Hitler, como uma de suas vertentes, autorizava a perseguição de homossexuais, obrigando-os a trabalhos forçados e denegrindo por meio de violência física , por fim, matando-os. Com o fim da guerra foi criação da União das Nações Unidas (ONU) e suas vertentes relacionados aos direitos humanos, que defende a igualdade social. Conclui-se que a homofobia é uma problemática enraizada historicamente e é necessário propor medidas para combater essa forma de preconceito.
Ao que refere-se a homofobia em âmbito nacional, segundo dados levantados pelo grupo Gay da Bahia, aponta que no ano de 2013, cerca de 312 assassinatos ocorreram em função da descriminação contra homossexuais. Com isso, conclui-se que a homofobia é uma cultura enraizado, visto que só a heteronormatividade é vista como legítimo e correto. O preconceito esta em toda esfera social, visto que até em casa sofrem preconceito que parte da própria família.
Igualmente, a falta de representatividade em setores públicos acaba tornando-se um empecilho nas tentativas de tornar a homofobia um crime nacional. Mesmo com todo o movimento LGBT, por falta de representatividade acabam não influenciando nos debates legislativos e com docentes conservadores que negligenciam a luta pela igualidade torna-se inviável a atenção para essa parte da população.
Em suma, faz-s necessário que haja medidas que atendam essa população. Portanto, o Ministério da Educação juntamente com professores e psicólogos devem promover debates acerca dessa problemática, deixando os educandos cientes de que não pode haver preconceito. Paralelamente, o Ministério da Cultura junto com a mídia devem promover programas que desestimulem a prática do preconceito e , ao mesmo tempo, devem cancelar programas em que é disseminado ódio aos LGBTs. Similarmente, o poder Legislativo deve torna a homofobia um crime nacional punindo seus praticantes e tornando o Brasil mais igualitário.