Homofobia em questão no Brasil
Enviada em 26/10/2018
No início do Império Romano, a homossexualidade entre os romanos eram altamente aceita na sociedade da época, mas, com o passar do tempo, a instalação da igreja nesse meio fez com que essa atitude fosse vista de outros olhos e repudiada. Desde então, o gene da homofobia é uma problemática herdada por famílias cristãs, tendo como efeitos a agressão de indivíduos homoafetivo, que precisa ser tratada com urgência.
Em primeira análise, evidencia-se que essa patologia é herdada em uma família que está os sob dogmas da igreja. Em entrevista a BBC, um padre polonês gay, suspenso do sacerdócio, afirma que igreja é homofóbica e, cheia de ódio e medo. Nesse caso, nota-se que a igreja, instituição que molda o comportamento moral de seus seguidores, através da família transmite que a homossexualidade é uma abominação que precisa ser erradicada ou algo a ser “curado” que, por sua vez, propaga o sintoma da homofobia.
Em decorrência disso, o afetado por essas alienações começa a agir de forma agressiva e desigual com homossexual. Visto que essa patologia há uma necessidade em consertar as “anomalias” natureza humana, o indivíduo homofóbico, a fim de preservar seus valores e a família, agride de forma física, psicológica e moral o homossexual, podendo leva-lo a morte. Prova disso, conforme O Globo, a homofobia mata uma pessoa a cada 25 horas.
Evidencia-se, portanto, que além de transmissível, essa doença pode levar outras pessoas a morte. Então, é papel do Ministério da Educação junto com a Escola, promoverem palestras, debates e trazer depoimentos do público LGBT para pais e alunos, a fim uma mostrar uma nova perspectiva sobre a homofobia e discutir suas causas e consequências na sociedade, com o intuito tratar esse preconceito. Cabe a Mídia junto com as Organizações LGBTs, promoverem campanhas anti-homofobia, com depoimentos, engajamentos de dados estatísticos e meios de denúncias, a fim de mostrar à esse público de que não estão sozinhos.