Homofobia em questão no Brasil

Enviada em 29/10/2018

Segundo Zigmunt Bauman, em sua concepção de ‘‘modernidade interligada '’

Em primeiro plano vale ressaltar, que na Grécia Antiga, a relação entre duas pessoas do mesmo sexo, era considerado um marco para formação educacional, transferida de um homem adulto para um mais jovem. Dessarte, de acordo o artigo 5 da Constituição Federal de 1988, alude que todos cidadãos são iguais perante a Lei. No entanto, o fato é que existe uma sociedade muito arraigada pelos princípios conservadores ocidentais, de que a relação entre duas pessoas do mesmo sexo, seja considerado uma anomalia. Sendo assim, é perceptível que há uma fuga da realidade legal, que assegura os direitos de opção sexual de cada individuo.

Outrossim, vale elencar que pesquisas realizadas pela GGB (Grupo de Gays da Bahia) mostram que a cada 25 horas existe um caso de homofobia registrado, por agressões ou até mesmo assassinato. Nesse viés, infelizmente a situação de intolerância contra os LGBT’s são ainda maiores, uma vez que grande porcentagem não denúncia por medo. Ademais, as incidências de homofobia realizadas por familiares e amigos são significantes e relevantes para o que suceda o fim.

Em suma, cabe aos indivíduos ir em busca de uma sociedade ideal na qual se priorize a igualdade e não a violência contra diferentes orientações sexuais. Com isso, urge que o Poder Legislativo, torne qualquer ação de cunho homofóbico uma infração nas leis, por meio de severas punições e apreensões para os coautores desses crimes inaceitáveis, uma vez que não é válido nenhuma violência contra outro cidadão só pelo fato desse possuir uma determinada opção sexual, sendo essas a fim de sanar questão da repugnância contra as minorias.