Homofobia em questão no Brasil

Enviada em 18/02/2019

Sob a perspectiva de vida abordada no livro “Eu sou Malala”, a autora ressalta sobre as dificuldades levantadas em detrimentos aos fatores que abalam a existência humana, e revela que os obstáculos tornam o caminhar uma maneira de inibi-los ao usar artifícios à favor do respeito e da tolerância como base para superar grandes desafios. Analogamente, constata-se que é premente debater sobre a homofobia em questão no Brasil. Diante disso, resta discutir o problema e estipular medidas condizentes para sua minimização.

Em primeira análise, é fato mencionar que a atual situação brasileira encontra-se corrompida pela violência e, cada vez mais, devido às agressões proferidas ao grupo LGBT. Entretando, em pleno século XXI, o preconceito e intolerância, continuam crescendo e afetam a aprendizagem cultural necessária para a formação do cidadão, que desde pequena é criada em ambientes onde a homofobia se faz presente e desenvolve-se no decorrer da vida ao criar um ideal preconceituoso sobre esse assunto, isto é, uma herança advinda do passado trazida pela irreparável aversão à homossexualidade.      Em segundo plano, é imprescindível mencionar, dentro desse contexto, que o país mesmo possuindo uma minoria conservadora, ainda é controlado pela força da população, uma vez que isso é corrobado na história, na qual a homossexualidade foi muito criticada pela sociedade patriarcal no século passado e, atualmente, reflete na homofobia que mais mata e violenta no país Essa, segundo fontes do Data Folha, mata um jovem do grupo LGBT a cada 25 horas, tornando-se um crime irreparável perante a liberdade exposta nos Direitos Humanos. Assim, resta dizer que Victor Hugo, poeta francês e ativista dos direitos humanos, estava certo em dizer que :” A tolerância é a melhor das religiões.”.

Destarte, visando a uma sociedade retificada, cabe ao Estado, por meio das políticas públicas criminalizar a homofobia perante o código penal brasileiro, de modo a adotar punições severas para os que cometerem tal crime. Ainda assim, a secretaria de Segurança Pública deve estipular campanhas e divulgá-las em mídia ressaltando a importância da denúncia de agressões contra o grupo LGBT, além de reforçar o direito de ir e vir de cada cidadão, o qual depois de muita luta no decorrer da história, é livre. Dessa forma, atitudes como essas serão minimizadas e não influirão no futuro da população brasileira.