Homofobia em questão no Brasil

Enviada em 25/04/2019

De acordo com o cientista Albert Einstein “É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”. Nesse sentido, se enquadra a questão da homofobia no Brasil, tendo em vista os casos de abusos contra a comunidade LGBT no país. Com o intuito de amenizar os casos, foi criado um projeto de lei que visa criminalizar a homofobia no Brasil.

Consoante ao filósofo Maquiavel “O preconceito tem mais raízes do que os princípios”. Segundo dados levantados pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), o Brasil é o campeão mundial de crimes contra a comunidade LGBT. Um exemplo, é o caso de Laura Vermont, que foi morta por 5 homens na Zona Leste de São Paulo, pelo fato de ser travesti. O preconceito fica evidente mediante as circunstâncias e conclui o pensamento de Maquiavel.

Além disso, dados levantados em 2018 pelo GGB, apontam a continuidade da violência, pois a cada 20 horas, 1 LGBT é vítima de homofobia no país. Esses números são apenas das vítima que se dirigem ao DECREDI que é a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância. Muitos preferem não denunciar por medo e por que não existe uma lei que criminalize as agressões. Por esse motivo, durante o governo Temer em 2018, foi criado um projeto de lei que visa criminalizar a homofobia  no Brasil.

Portanto, fica claro, que o projeto de lei deve ser aprovado para que sejam amenizados os casos de homofobia no Brasil. Além disso, cabe ao MEC, juntamente com a mídia, a elaboração de campanhas anti preconceito nas escolas, por meio de palestras que devem ser ministradas por especialistas. Na mídia, a campanha deve ser realizada por intermédio de comerciais de televisão e postagens nas redes sociais, a fim de ter um alcance maior na quantidade de pessoas conscientizadas. Assim, será possível desintegrar o preconceito e acabar com a homofobia no Brasil.