Homofobia em questão no Brasil

Enviada em 10/06/2019

Na Grécia Antiga, ter relações com pessoas do mesmo sexo era visto como normal e tinha até função pedagógica, porém, com a disseminação do cristianismo, esse tipo de relação passou a ser vista como pecado para a igreja e reis e imperadores começaram a esconder mais suas intimidades. O caminho para combater a violência e o preconceito contra homossexuais é árduo e precisa de maior entendimento por parte da população, para que os homossexuais sejam mais respeitados, desde suas famílias, até em instituições de ensino.

Com o tempo foi criado o esteriótipo de que ser homossexual era doença e precisava de uma cura, assim, muitas famílias persistem com esse pensamento ultrapassado. No século XXI ainda observa-se casos em que pais espancam e até expulsam seus filhos de casa quando estes decidem “se assumir”. Como solucionar um problema quando quem deveria dar apoio é o primeiro a não aceitar?

No período escolar é que a maioria dos jovens descobrem e tentam revelar suas orientações sexuais. Muitas vezes tornam-se alvo de piadinhas e deboches e acabam se isolando com medo de sofrerem violência física. Com isso, podemos observar que uma ação gera outra e que atos preconceituosos em casa refletem em filhos rebeldes em sala de aula, que  não respeitam o colega e acham que praticar bullying é correto.

Com base nos argumentos citados podemos concluir que os caminhos para combater a violência e o preconceito contra homossexuais são múltiplos, mas que necessitam de pessoas com mentes mais abertas para que se obtenha êxito. As famílias devem abandonar o preconceito que carregam com o passar dos anos, para que seus parentes sintam-se acolhidos e respeitados dentro da própria casa. Nas escolas,deve-se realizar debates sobre o assunto e professores e diretores devem ficar atentos para que casos de bullying não passem despercebidos.