Homofobia em questão no Brasil

Enviada em 19/10/2020

Promulgado pela ONU, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à segurança e ao bem-estar social. Conquanto, pode-se notar que, não só a alta criminalidade a respeito da homofobia, mas também aversão a orientação sexual destoantes a religião cristã, dificulta que essa parcela da população desfrute desse direito na prática. Nesse sentido, medidas exequíveis são necessárias para a resolução da problemática.

Mormente, segundo os dados da Rede Trans Brasil, o Brasil é o pais com mais quantidades de registros de crimes homofóbicos do mundo. Por conseguinte, isso reflete na raiz social, tradicionalmente a cultura brasileira se assenta em uma estrutura “heteronormativa”. Nessa continuidade, essa estrutura compreende que todas as formas de variação de comportamentos e orientação sexual são consideradas “antinaturais”.

Outrossim, segundo o pesador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população. Portanto, a falta de compreensão de deputados e senadores de cunho religioso extremista, os quais têm como solução, terapia de reversão sexual, também chamado de “cura gay”, acaba restringindo o papel do Governo que deveria garantir a comodidade social.

Em suma, com o intuito de mitigar a homofobia no Brasil, necessita-se, urgentemente que o Tribunal de Contas da União direcione capital por intermédio do MEC, que será revertido em palestras nas universidades e escolas com participações de sociólogos, que terá como tema igualdade social. Ademais, é necessário que o poder federal, junto ao poder legislativo, crie uma lei que não permita formas de ideias medicalizantes opressoras ocorram nas câmeras dos deputados, com isso, em curto e médio prazo, instituindo os LGBT+ a desfrutarem da segurança e bem-estar social na prática.