Homofobia em questão no Brasil
Enviada em 21/05/2021
Sob a perspectiva filosófica de São Tomás de Aquino, todos os pertencentes a uma sociedade democrática possuem uma mesma importância, além dos mesmos direitos e deveres. Entretanto, percebe-se uma dificuldade de mudança na homofobia em questão no Estado, que desrespeita tantas pessoas. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise de fatores como a agressão contra pessoas LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais), como também, a pressão psicológica nas mesmas.
Em primeiro plano, podemos destacar a ausência de medidas governamentais para combater esse ataque à homossexuais. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, consigura-se como uma violação ao “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantia que os cidadãos desfrutam de direitos indipensáveis, como o bem-estar social, o que é evidente no País. Segundo o Grupo Gay da Bahia, em 2013, a cada 56 horas acontecia dois assassinatos contra pessoas homoafetivas.
Ademais, é ponto fundamental para insulto como impulsionsador da pressão psicológica que essas pessoas relatadas no Brasil. Segundo o Ministério da Educação, cerca de quase 70% dos adolescentes que tentam suicídio são gays, lésbicas ou bissexuais. Diante de tal exposto, é preciso dos órgãos responsáveis pela segurança da federação, para que este preconceito tenha uma pena perante a justiça. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a suceder.
Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham a conter esse desacato. Para isso, é imprescindível que o Governo Federal junto com a Polícia Militar, por meio de leis e decretos, assegure o direito a vida de pessoas homossexuais, a fim de rescindir esse preconceito que tira tantas vidas. Assim, se consolidará uma sociedade mais respeitadora, onde o Estado desempenha corretamente o seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.