Homofobia em questão no Brasil

Enviada em 02/06/2021

Na ditadura militar, em 1964, pessoas com quaisquer “anormalidades” eram submetidas à “experiências científicas”. No entanto, no Brasil, a homofobia ainda é vista como uma “anormalidade” que precisa ser contida, uma sexualidade que precisa ser exterminada; trazendo como consequência não só o crescente aumento no número de assassinatos, mas também vários indivíduos excluídos da sociedade. Logo, faz-se fundamental a análise das principais causas, consequências e possíveis medidas a esse impasse.

Diante desse cenário, vale destacar que os relacionamentos homossexuais são abominados pelas religiões, ou seja, relações desse tipo não podem e nem devem acontecer. Dessa maneira, é evidente que a homofobia é fomentada pelos religiosos, que faz com que o ódio seja cada vez mais alimentado e perdurado pelos seguintes anos, ocasionando a chamada “justiça” pelas próprias mãos. Tais circunstâncias, acarretam no crescente aumento no número de assassinatos e altos índices de discriminação. É inadmissível, portanto, que as igrejas continuem propagando a disseminação do ódio entre os fiéis e que os façam rejeitar o “diferente”.

Além disso, é válido ressaltar que na Constituição Federal, de 1988, não existem leis que penalizem severamente os agressores de homossexuais. Desse modo, é notório que as relações homoafetivas serão sempre perseguidas e excluídas, já que elas não possuem o apoio do governo para se manterem seguros perante a sociedade. Diante disso, é notável que a homossexualidade, no Brasil, é vista como uma “doença” que precisa ser curada, levando aos outros indivíduos a menosprezar tais pessoas. É inaceitável que o Governo Federal não crie leis para assegurar a integridade destes cidadãos.

Diante do exposto, é visto que odiar alguém só pela diferença da sexualidade até chegar ao ponto de matar, é uma doença que precisa ser combatida, urgentemente. Dessa forma, o governo deve elaborar projetos que visem a proteção dessas pessoas, juntamente, com leis que punam severamente assassinatos contra essas pessoas, através de debates, palestras e sanções aprovodas pelo poder legislativo. Portanto, espera-se alcançar com isto, alcançar uma sociedade mais empática, harmônica e com poucos índices de assassinatos.