Homofobia em questão no Brasil
Enviada em 30/06/2021
Na série “As telefonistas” da Netflix, uma personagem sofre um caso de homofobia e é agredida na rua, apenas por ser uma mulher vestida com roupas de homem. Saindo da ficção, isso acontece com várias pessoas LGBTQIA+. Dessa forma, é claro a importância de atitudes das autoridades responsáveis, para que a religião e a falta de leis não sejam determinantes para essas atitudes.
Em primeiro lugar, é bom deixar claro a influência da religião na vida das pessoas. Em muitas religiões é considerado “contra deus” ser LGBTQIA+ e isso acaba influenciando as atitudes de seus seguidores. Um belo exemplo disso, é o caso de personagem Omar, da serie Elite, ele vem de uma família muçulmana, visto que nela não é aceito ser gay. Por isso, ele acaba saindo da casa dos pais, para poder ter a sua liberdade.
Outro problema relacionado a classe LGBTQIA+, é a falta de leis, já que no Brasil, não existe uma lei contra a homofobia. Porém, segundo o SUS, a cada 1 hora, um LGBT é agredido. Então, é notável a indispensabilidade de mudanças.
Logo, transformações são necessárias para que essas pessoas não sejam mais tratadas como são. Sendo assim, o Poder Legislativo, deve criar uma lei contra homofobia, por meio de votações entre a câmera dos debutados, com a finalidade que essa massa sofra menos, conquistem cada vez mais direitos e sejam considerados iguais aos demais.