Homofobia em questão no Brasil

Enviada em 16/07/2021

reparáveis na vida das vítimas e/ou seus familiares, e, portanto, deve-se procurar, urgentemente a discriminação quanto a isso. Nesse sentido, é importante analisar a eficiência de aplicação das leis que regem a problemática e desfazer as raízes históricas da mesma, e assim, criar estratégias concretas para reverter esse cenário. Diante dessa perspectiva, é notório, que apesar da existência de Lei do Racismo, que em 2019 passou a considerar a homofobia como crime de racismo, os números de mortos em vista de sua sexualidade ainda são preocupantes. Ocorreram, em 2017, mais de 400 mortes envolvendo violência homofóbica, e tais atitudes podem vir a deixar danos irreparáveis na vida das vítimas e/ou seus familiares, e, portanto, deve-se procurar, urgentemente, maximizar o sistema efetivo legislativo quanto a estas ocorrências. Outrossim, cabe destacar o quanto isso está enraizado no nosso país e no mundo, como exemplo, tem-se que até a década de 90 a homossexualidade era considerada uma doença psíquica pela ONU, onde quem estava parando com a mesma deveria ser dirigido a um hospital psiquiátrico. Tal cenário reflete, ainda hoje, nas relações sociais, familiares, e até mesmo de forma individual, quando um país considera a mesma como crime, os familiares não aceitam, ou a própria pessoa não se aceita por preceitos morais e, por muitas vezes, religiosos. Podendo vir a causar problemas psicológicos nas vítimas, levando até mesmo ao suicídio das mesmas. Logo, é inaceitável que o Governo, não só o federal, como os estaduais e municipais, deixe de vistoriar e cumprimento das leis que protegem as vítimas de homofobia, visto que a incidência dos cometimentos de crimes contra a comunidade LGBTQIA+ ainda ocorre com uma frequência significativa. Instigar ao Ministério da Educação agir, por meio de campanhas desenvolvidas em escolas e ambientes públicos por psicólogos e psiquiatras, para que desmistifiquem e esclareçam o estereótipo de doença mental associada ao homossexualismo, já que, sabe-se que o mesmo não é mais considerado doença a mais de 30 anos. E através dessas medidas e parcerias, seja exterminado o preconceito de brasileiros para estas pessoas. A homofobia é o sentimento de aversão ou repulsa a homossexuais, que se torna de preocupação extrema quanto aos que sofrem as consequências do mesmo. Apesar da homossexualidade ter sido retirada da lista de doenças pela Organização das Nações Unidas, ainda tem mais de 70 países que consideram o crime. E apesar da realidade do Brasil ser diferente no âmbito de leis, ainda há muita discriminação quanto a isso. Nesse sentido, é importante analisar a eficiência de aplicação das leis que regem a problemática e desfazer as raízes históricas da mesma, e assim, criar estratégias concretas para reverter esse cenário. Diante dessa perspectiva, é notório, que apesar da existência de Lei do Racismo, que em 2019 passou a considerar a homofobia como crime de racismo, os números de mortos em vista de sua sexualidade ainda são preocupantes. Ocorreram, em 2017, mais de 400 mortes envolvendo violência homofóbica, e tais atitudes podem vir a deixar danos irreparáveis na vida das vítimas e/ou seus familiares, e, portanto, deve-se procurar, urgentemente, maximizar o sistema efetivo legislativo quanto a estas ocorrências. Outrossim, cabe destacar o quanto isso está enraizado no nosso país e no mundo, como exemplo, tem-se que até a década de 90 a homossexualidade era considerada uma doença psíquica pela ONU, onde quem estava parando com a mesma deveria ser dirigido a um hospital psiquiátrico. Tal cenário reflete, ainda hoje, nas relações sociais, familiares, e até mesmo de forma individual, quando um país considera a mesma como crime, os familiares não aceitam, ou a própria pessoa não se aceita por preceitos morais e, por muitas vezes, religiosos. Podendo vir a causar problemas psicológicos nas vítimas, levando até mesmo ao suicídio das mesmas. Logo, é inaceitável que o Governo, não só o federal, como os estaduais e municipais, deixe de vistoriar e cumprimento das leis que protegem as vítimas de homofobia, visto que a incidência dos cometimentos de crimes contra a comunidade LGBTQIA+ ainda ocorre com uma frequência significativa. Instigar ao Ministério da Educação agir, por meio de campanhas desenvolvidas em escolas e ambientes públicos por psicólogos e psiquiatras, para que desmistifiquem e esclareçam o estereótipo de doença mental associada ao homossexualismo, já que, sabe-se que o mesmo não é mais considerado doença a mais de 30 anos. E através dessas medidas e parcerias, seja exterminado o preconceito de brasileiros para estas pessoas. A homofobia é o sentimento de aversão ou repulsa a homossexuais, que se torna de preocupação extrema quanto aos que sofrem as consequências do mesmo. Apesar da homossexualidade ter sido retirada da lista de doenças pela Organização das Nações Unidas, ainda tem mais de 70 países que consideram o crime. E apesar da realidade do Brasil ser diferente no âmbito de leis, ainda há muita discriminação quanto a isso. Nesse sentido, é importante analisar a eficiência de aplicação das leis que regem a problemática e desfazer as raízes históricas da mesma, e assim, criar estratégias concretas para reverter esse cenário. Diante dessa perspectiva, é notório, que apesar da existência de Lei do Racismo, que em 2019 passou a considerar a homofobia como crime de racismo, os números de mortos em vista de sua sexualidade ainda são preocupantes. Ocorreram, em 2017, mais de 400 mortes envolvendo violência homofóbica, e tais atitudes podem vir a deixar danos irreparáveis na vida das vítimas e/ou seus familiares, e, portanto, deve-se procurar, urgentemente, maximizar o sistema efetivo legislativo quanto a estas ocorrências. Outrossim, cabe destacar o quanto isso está enraizado no nosso país e no mundo, como exemplo, tem-se que até a década de 90 a homossexualidade era considerada uma doença psíquica pela ONU, onde quem estava parando com a mesma deveria ser dirigido a um hospital psiquiátrico. Tal cenário reflete, ainda hoje, nas relações sociais, familiares, e até mesmo de forma individual, quando um país considera a mesma como crime, os familiares não aceitam, ou a própria pessoa não se aceita por preceitos morais e, por muitas vezes, religiosos. Podendo vir a causar problemas psicológicos nas vítimas, levando até mesmo ao suicídio das mesmas. Logo, é inaceitável que o Governo, não só o federal, como os estaduais e municipais, deixe de vistoriar e cumprimento das leis que protegem as vítimas de homofobia, visto que a incidência dos cometimentos de crimes contra a comunidade LGBTQIA+ ainda ocorre com uma frequência significativa. Instigar ao Ministério da Educação agir, por meio de campanhas desenvolvidas em escolas e ambientes públicos por psicólogos e psiquiatras, para que desmistifiquem e esclareçam o estereótipo de doença mental associada ao homossexualismo, já que, sabe-se que o mesmo não é mais considerado doença a mais de 30 anos. E através dessas medidas e parcerias, seja exterminado o preconceito de brasileiros para estas pessoas.