Homofobia em questão no Brasil
Enviada em 10/08/2021
Certa vez o físico judeu Albert Einstein disse: “Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”. Assim, embora a sociedade avance em diferentes ambitos tecnológicos, ainda cultiva barreiras ideológicas como a homofobia. Desse modo, no Brasil, a falta de solidariedade mais o desrespeito às diferenças corroboram para a existência de pensamentos discriminantes entre os indivíduos e por isso, fomentam o avanço dessa chaga social na nação.
À vista disso, segundo o escritor brasileiro Augusto Cury: “Solidariedade é enxergar no próximo as lagrimas nunca choradas e as angustias nunca verbalizadas”. Logo, a falta de empatia (colocar-se no lugar do outro) promove a propagação continua de discursos de ódio entre as pessoas. Dessa forma, o avanço dessa prática é extremamente prejudicial, pois só gera uma corrente de hostilidades na sociedade comprometendo assim, a compaixão e união entre os brasileiros.
Ademais, o roteirista italiano Federico Fellini dizia: “Aceita-me tal como sou. Só então poderemos descobrir um ao outro”. Sendo assim, fica claro a importância do respeito para a construção de uma sociedade digna e correta. Além disso, não cabe a certos indivíduos impor seus ‘princípios’ por meio da força à cidadãos que eles acreditam estar destoantes do correto, afinal de contas, forçar um ideal através do medo é o mesmo que incentivar a propagação da ignorância e do ódio humano.
Portanto, para acabar com essa mazela é necessário que o governo, especificamente o Ministério da Educação, sensibilize a população a respeitar as escolhas de cada um. Então, isso deve ocorrer por meio de diálogos abertos, palestras e publicidades que incitem os cidadãos a refletir sobre a negatividade da perpetuação de discursos de ódio contra as diferenças. A fim de que assim, o Brasil possa ser uma nação sem intolerâncias e consiga destruir os preconceitos existentes em seu território.