Homofobia em questão no Brasil

Enviada em 19/04/2022

De acordo com a filosofia Tomista, em uma sociedade democrática, todos os cidadãos possuem a mesma importância, além dos mesmos direitos e deveres. Todavia, no que concerne ao infortúnio proeminente da homofobia em questão no Brasil, constata-se a refutação da base filosófica supramencionada. Desse modo, é substancial discutir não somente as consequências graves as quais aqueles que pertencem ao grupo LGBTQIA+ são expostos, mas também os fatores políticos e sociais que impedem subverter essa realidade nefasta.

Precipuamente, convém salientar que, segundo o portal de notícias do Grupo Globo (G1), o Brasil registra uma morte por homofobia a cada 23 horas. Nessa lógica, fica explicito que o fato de ser gay, lésbica ou travesti coloca o cidadão sob o risco iminente de subjgamento -expresso também por meio de violência-, seja em locais públicos, ou mesmo no âmbito familiar. Consequentemente, essa censura sutil causa problemas de autoestima, tal como a depressão, que sem o devido tratamento pode impulsionar a autolesão e até mesmo o suicídio.

Outrossim, é indubitável que a negligência social é um fator-chave na potencialização do infortúnio. Acerca dessa premissa, nota-se a deturpação do princípio estabelecido pelo filósofo Martin Buber, segundo o qual o diálogo é a única ferramenta capaz de superar a intolerância e a violência. A título de exemplo, é mister citar a inexistência de conversação aberta acerca da diversidade sexual, seja entre familiares ou no contexto estudantil. Diante disso, é intolerável que essa situação de natureza facínora persista no Brasil.

Fica explícito, pois, a emergência de discussões para superar a homofobia. Para tanto, é imperioso que o Ministério da Educação, que tem como fito formar cidadãos despidos de preconceito, engaje-se no combate à problemática. Essa ação será feita por meio da contratação de psicólogos e psiquiatras para a realização de palestras semanais nas escolas de ensino fundamental e médio, de modo a reafirmar a diversidade sexual como algo intrínseco à realidade brasileira e promover a empatia nos alunos desde a tenra idade. A partir dessa atitude, será possível aniquilar, paulatinamente, os comportamentos homofóbicos na sociedade brasleira e, assim, ratificar os princípios da filosofia Tomista no Brasil.